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11/11/2014
11:00

A eleição presidencial do Vasco é conturbada desde o ano passado. O pleito já teve denúncia de esquema de pagamento de mensalidades em troca de votos ("Mensalão"), mudança de data, renúncia de cargos e muitas outras polêmicas. 

Veja a linha do tempo do processo eleitoral:

Entre março e abril de 2013, quase três mil sócios aderiram ao clube, o que ficou conhecido como mensalão.

No início deste ano, Roberto Monteiro e Eurico Miranda confirmaram participação no pleito.

Em julho, Julio Brant surgiu como novo candidato, vindo apoiado por Edmundo e Leonardo Gonçalves.

Semanas antes da eleição, houve tentativa de anulação por causa de erros na lista de sócios eleitores.

O presidente da Assembleia Geral, Olavo Monteiro de Carvalho, optou pelo adiamento para 11/11.

Dias depois, a Justiça foi contra o adiamento e decidiu manter o pleito para o dia 6 de agosto.

Em segunda instância, uma ação do grupo de Julio Brant conseguiu o adiamento para 11 de novembro.

Com o adiamento da eleição, a atual gestão perderia todos os mandatos na semana seguinte.

O caso foi ao Conselho, que votou contra a extensão dos mandatos e definiu uma diretoria de transição.

Uma liminar da chapa Sempre Vasco, porém, pontou erros e anulou a votação do Conselho Deliberativo.

Abílio assumiu a Assembleia, pois Olavo renunciou. Na última segunda-feira, Abílio se licenciou e Monteiro assumiu a pasta.

O recadastramento de sócios só não valeu para os sócios gerais (1.029) que não participaram do processo.