icons.title signature.placeholder Guilherme Borini
22/11/2013
10:07

Jorginho tem a grande oportunidade de decolar na carreira como técnico. Há dois meses na Ponte Preta, o treinador vive um momento especial. A vitória por 3 a 1 sobre o São Paulo, no Morumbi, coloca a Macaca a um passo de chegar à inédita final de Copa Sul-Americana. E o sonho vai mais longe, pois pode ser o primeiro título de expressão da sua história.

A carreira de treinador começou em 2005. Jorginho assumiu o América-RJ, mas em 2006 deixou a equipe para ser o auxiliar-técnico de Dunga na Seleção Brasileira.

Em agosto de 2010, acertou com o Goiás, mas 40 dias depois não suportou à eminente queda à Série B e foi demitido. Em 2011, fez seu melhor trabalho, à frente do Figueirense. Depois, foi ao Kashima Antlers (JAP). Em março deste ano, foi anunciado como técnico do Flamengo, mas ficou só dois meses.

Na Ponte, chegou no dia 25 de agosto para substituir Carpegiani. Sob desconfiança, teve o nome reprovado por grande parte da torcida, mas, com o tempo, foi conquistando seu espaço, mesmo sem ter conseguido tirar a equipe da degola no Nacional. Em 26 jogos, foram oito vitórias, sete empates e 11 derrotas.

- Claro que um técnico também tem que ter uma boa leitura de jogo, saber dar bons treinamentos, boas substituições, mas uma coisa fundamental é fazer seu grupo acreditar no seu trabalho. Fico feliz pela conquista desse ambiente na Ponte - declarou o treinador, ao LANCE!Net.

Quando chegou na Ponte, Jorginho encontrou o ambiente conturbado, mas conseguiu melhorá-lo.
Além da campanha na Sul-Americana, no dia 28 de setembro levou o time à primeira vitória da história no Maracanã: 1 a 0 sobre o Botafogo.

- Campinas é uma cidade especial e ficará marcada. Parece o Leblon, só falta a praia - declarou o técnico.

Adaptado e em alta, quer escrever o nome de vez na história da Ponte.