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01/07/2013
12:29

Enquanto a diretoria do Grêmio negocia a volta de Renato Gaúcho ao comando do clube, o auxiliar e ex-lateral Roger Machado assume como treinador interino. A semana de trabalho será toda sob a metodologia do agora técnico e pelo tempo que a diretoria julgar necessário. O ex-jogador elogiou muito o técnico Vanderlei Luxemburgo, ressaltando o que já havia falado para o LANCE!Net de maneira exclusiva, que estava fazendo pós-graduação com Luxa. Mas a partir de agora não pode 'dirigir carro do banco do carona'.

- Quando digo a continuidade, é o planejamento. A partir do momento que eu dirijo, as minhas ideias serão implementadas no trabalho. Mas é um pouco evidente que pelo fato de trabalhar com o Vanderlei, tinhamos ideias semelhantes. Vai acabar refletindo no treinamento da semana. Mas é dirigir um carro. Saiu alguém que estava no volante, não posso dirigir do banco do carona. Tenho que assumir e comandar devidamente o time - comentou Roger em entrevista coletiva.

Roger não deve fazer mudanças profundas na equipe. Há um jogo-treino marcado para a quarta-feira, contra o São Paulo de Rio Grande, antes do retorno ao Brasileirão, em duelo com o Atlético-PR. O interino trabalha com a possibilidade de comandar a equipe em Curitiba, independente de quando o novo comandante for anunciado de forma oficial. Até pela proximidade que tinha com Luxemburgo, Roger não deve mudar o rumo do time. Mas admitiu que uma mudança deste quilate agita o ambiente interno.

- Em alguns momentos anteriores, sempre relatei que estava fazendo meu pós com ele. Como um treinador de gabarito, talvez dos três melhores do Brasil, cinco do mundo, estava me ensinando muito com relação a trabalho, conduta, administração dentro do grupo de trabalho. Através de observação, aprender bastante. Sempre foi receptivo e atento, disposto, a me ajudar e me incentivar nessa minha construção. Fica um grande aprendizado, assim como os outros que passaram por aqui, fica marcado para sempre - avaliou.

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- Quando digo a continuidade, é o planejamento. A partir do momento que eu dirijo, as minhas ideias serão implementadas no trabalho. Mas é um pouco evidente que pelo fato de trabalhar com o Vanderlei, tinhamos ideias semelhantes. Vai acabar refletindo no treinamento da semana. Mas é dirigir um carro. Saiu alguém que estava no volante, não posso dirigir do banco do carona. Tenho que assumir e comandar devidamente o time - comentou Roger em entrevista coletiva.

Roger não deve fazer mudanças profundas na equipe. Há um jogo-treino marcado para a quarta-feira, contra o São Paulo de Rio Grande, antes do retorno ao Brasileirão, em duelo com o Atlético-PR. O interino trabalha com a possibilidade de comandar a equipe em Curitiba, independente de quando o novo comandante for anunciado de forma oficial. Até pela proximidade que tinha com Luxemburgo, Roger não deve mudar o rumo do time. Mas admitiu que uma mudança deste quilate agita o ambiente interno.

- Em alguns momentos anteriores, sempre relatei que estava fazendo meu pós com ele. Como um treinador de gabarito, talvez dos três melhores do Brasil, cinco do mundo, estava me ensinando muito com relação a trabalho, conduta, administração dentro do grupo de trabalho. Através de observação, aprender bastante. Sempre foi receptivo e atento, disposto, a me ajudar e me incentivar nessa minha construção. Fica um grande aprendizado, assim como os outros que passaram por aqui, fica marcado para sempre - avaliou.

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