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14/07/2013
20:44

A cobrança de uma taxa de 10% em cima da renda bruta das partidas dos grandes do Rio fora do estado rendeu mais uma quantia considerável à Ferj. Como o total da arrecadação no clássico deste domingo, entre Vasco e Flamengo, foi R$ 4.071.170, a entidade ficou com R$ 407 mil, o maior montante ganho neste Brasileirão em um só jogo. Em taxas, a Ferj chegou à cifra de R$ 776 mil ganhos em cinco partidas fora do Rio.

O percentual destinado à Federação deveria ser de 5%, como praticado por outras entidades e por ela própria nos jogos no Rio. Mas, para poder liberar as partidas fora das suas fronteiras, a entidade só topou mediante o recebimento do “dízimo”, fato que não tem a simpatia do presidente da CBF, José Maria Marin.

– Não estou de acordo com as taxas. Quem lançou a ideia de usar esses estádios foi a CBF. Dentro do bom senso. O que pode prejudicar a iniciativa? É a ganância. Tem que ser uma taxa normal. Não adianta encontrar solução criativa para os estádios, se a ganância prevalecer e não existir bom senso – afirmou, em entrevista ao “O Globo”.

A Ferj alega que definiu com os clubes o percentual de 10% porque, como organiza a partida longe de casa, tem mais custos com viagens, hospedagens e outras necessidades dos funcionários dela.

Flamengo leva a melhor no Clássico dos Milhões

A cobrança de uma taxa de 10% em cima da renda bruta das partidas dos grandes do Rio fora do estado rendeu mais uma quantia considerável à Ferj. Como o total da arrecadação no clássico deste domingo, entre Vasco e Flamengo, foi R$ 4.071.170, a entidade ficou com R$ 407 mil, o maior montante ganho neste Brasileirão em um só jogo. Em taxas, a Ferj chegou à cifra de R$ 776 mil ganhos em cinco partidas fora do Rio.

O percentual destinado à Federação deveria ser de 5%, como praticado por outras entidades e por ela própria nos jogos no Rio. Mas, para poder liberar as partidas fora das suas fronteiras, a entidade só topou mediante o recebimento do “dízimo”, fato que não tem a simpatia do presidente da CBF, José Maria Marin.

– Não estou de acordo com as taxas. Quem lançou a ideia de usar esses estádios foi a CBF. Dentro do bom senso. O que pode prejudicar a iniciativa? É a ganância. Tem que ser uma taxa normal. Não adianta encontrar solução criativa para os estádios, se a ganância prevalecer e não existir bom senso – afirmou, em entrevista ao “O Globo”.

A Ferj alega que definiu com os clubes o percentual de 10% porque, como organiza a partida longe de casa, tem mais custos com viagens, hospedagens e outras necessidades dos funcionários dela.

Flamengo leva a melhor no Clássico dos Milhões