icons.title signature.placeholder Fabricio Crepaldi
26/11/2013
08:02

Um contrato com valor mais baixo de salário e apostando em altas premiações por produtividade é visto no Palmeiras hoje como um bom caminho a ser seguido financeiramente. Tanto é que foi esse tipo de vínculo oferecido ao técnico Gilson Kleina e também que o clube pretende fazer com os reforços e renovações dos jogadores do grupo.

O presidente Paulo Nobre, aliás, vislumbra isso como um bom caminho para que todos clubes adotem e acabem com os gastos excessivos e até absurdos do futebol brasileiro atualmente. Mas ele tem a consciência que seria praticamente impossível fazer com que todos os dirigentes do país concordem com isso.

Na visão da direção do Verdão, essa seria uma forma de diminuir a folha salarial e motivar ainda mais os atletas na busca por títulos. Além disso, o “bicho” seria justo, já que o objetivo foi alcançado e, como conquistas geram dinheiro, o gasto não seria tão sentido pelo clube.

Neste ano, o Palmeiras já começou a fazer algo parecido na Série B. A premiação por jogo foi diminuída e empates em casa não eram pagos. Mas, no final, a bonificação pelo acesso foi bem mais alta, e pelo título era praticamente o dobro. Apesar de a negociação não ter sido fácil, os jogadores aceitaram.

Aos poucos a atual diretoria tem melhorado o caixa do Palmeiras. Os direitos de imagem atrasados, herdados da antiga gestão, já foram pagos. Agora só restam algumas luvas de alguns atletas que também foram contratados antes. Nobre pretende quitar logo.