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21/11/2014
15:37

Mudar o nome do Santiago Bernabéu é uma questão sensível para os torcedores mais antigos do Real Madrid. A decisão, anunciada na última terça-feira pelo presidente Florentino Pérez pode encontrar resistência entre os sócios. No entanto, a aliança do clube com a International Petroleum Investment Company (Ipic), sacramentada no mês passado, facilitará o projeto avaliado em 400 milhões de euros (R$ 1,2 bilhão) para reconstruir o estádio.

A Ipic é uma empresa dos Emirados Árabes que controla a maior companhia de petróleo da Espanha, a Cepsa. As duas estatais são concorrentes ao naming rights do novo Santiago Bernabéu.

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- Vamos colocar Ipic Bernabéu ou Cepsa Bernabéu. O que eles quiserem - decretou Florentino Pérez, durante acordo de patrocínio com a Microsoft.

O mandatário justifica a mudança lembrando a necessidade de levantar fundos para remodelar o lendário estádio. A outra parte da verba seria fechado a partir de acordos com a esfera pública.

Segundo o jornal "AS", com o apoio dos asiáticos, o Real Madrid receberá três milhões de euros por ano até o projeto receber luz verde para avançar. A partir deste ponto, a quantia aumetaria para 20 milhões de euros (R$ 62,6 milhões).

No início de 2014, Pérez adiantou adiantou que pretende fazer um estádio ícone da modernidade, na escala mais avançada do mundo. A casa merengue será toda com lâminas de aço inoxidável, com iluminação LED. Em termos leigos, o Santiago Bernabéu terá um mega telão externo, com direito a interferência do que acontecer dentro das quatro linhas e na arquibancada.

A mudança, inicialmente, está prevista para 2017, ano que marca o 70º aniversário do estádio.