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23/07/2014
09:01

Em tempos difíceis, nada melhor do que ter jogadores experientes para segurar a barra e dar força aos jovens. Na 13ª colocação, se o Botafogo não está afundado em crise como o lanterna Flamengo, rival de domingo, também está longe de viver boa situação no Brasileiro. E para derrotar o Rubro-Negro o técnico Vagner Mancini deverá escalar aquela que deve ser a formação mais "cascuda" possível no elenco, com jogadores vitoriosos, rodados ou garotos que já se tornaram realidade.

Mas essa equipe experiente e com média de idade de 28,3 anos só será possível graças à entrada de Carlos Alberto e o retorno de Emerson e Edilson – suspensos diante do Coritiba. A formação, no treino de ontem, foi a seguinte: Jefferson; Lucas, Bolívar, Dória e Julio Cesar; Gabriel, Bolatti e Edilson; Carlos Alberto, Zeballos e Emerson.

No 11 inicial é possível encontrar jogadores de todos tipos. Tem jogadores com passagem pela Seleção Brasileira (Jefferson, Lucas, Dória e Carlos Alberto), pela argentina (Bolatti) e até pela paraguaia (Zeballos). Outros foram campeões da Libertadores (Bolívar e Emerson), do Mundial (Emerson e Carlos Alberto) e até mesmo da Liga dos Campeões da Europa (novamente Carlos Alberto).

O camisa 19, inclusive, é a maior surpresa dessa formação. Fora do último jogo devido a um cansaço muscular, ele trabalhou na terça-feira entre os titulares, em treino tático no campo anexo do Engenhão, quando era esperada a disputa entre Wallyson, Yuri Mamute e Daniel pela última vaga entre os titulares.

O jogador sabe do potencial que tem e do que pode ajudar no clássico. Por isso, se cobra bastante.

– Me cobro, sim. Sei que se estiver em condições físicas e clínicas, vou poder ajudar muito. Sabia de todas as dificuldades que o Botafogo vivia, mas em nenhum minuto me preocupei. Confio no que sei fazer, no grupo e por quem sou comandado – disse o meia, na festa de lançamento da quarta camisa.