icons.title signature.placeholder Felipe Bolguese
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04/07/2013
00:04

Renato Augusto não atuava pelo Corinthians desde 24 de março. Nesta quarta-feira, não foi nem a primeira opção de banco de Tite, que colocou Douglas quando Danilo se machucou. Mas lá estava ele esperando para voltar a jogar com a camisa 8 que nos últimos anos foi usada por Paulinho, negociado com o Tottenham (ING), volante que cansou fazer gols decisivos.

Aos 30 minutos do segundo tempo, o meia recebeu lançamento de Fábio Santos, dominou e, ao ver Rogério Ceni adiantado, bateu em cheio na bola para fazer 2 a 1.

– Não podia ter sido melhor. Foi difícil voltar depois de três meses em uma final, pela responsabilidade que temos. Ainda mais voltar fazendo gol. Acho que o mais importante foi a vitória. Temos uma pequena vantagem para o próximo jogo – afirmou o agora camisa 8, que também entrou porque Douglas havia se machucado.

Renato era o melhor do Corinthians – vestindo a camisa 25 – quando se machucou, em duelo contra o Guarani, pelo Paulistão Chevrolet. Um estiramento na coxa direita o impediu de estar em campo nos duelos contra o Boca Juniors (ARG), pelas oitavas de final da Copa Libertadores. E pior: o meia estava certo de que poderia receber uma oportunidade de Felipão, que havia renegado os experientes Ronaldinho Gaúcho e Kaká para apostar em Oscar e Jadson durante a Copa das Confederações.

O jogador sofreu em sua recuperação. A lesão demorou a cicatrizar e os prazos foram adiados. Antes da parada, decidiu-se que ele não deveria arriscar a voltar no Brasileirão. Passaria o mês de junho se preparando para a decisão da Recopa. Ainda sem a mesma confiança do início do ano, nos treinos preparatórios, não retomou a vaga de titular. Mas era só esperar. Com a camisa 8.

Renato Augusto não atuava pelo Corinthians desde 24 de março. Nesta quarta-feira, não foi nem a primeira opção de banco de Tite, que colocou Douglas quando Danilo se machucou. Mas lá estava ele esperando para voltar a jogar com a camisa 8 que nos últimos anos foi usada por Paulinho, negociado com o Tottenham (ING), volante que cansou fazer gols decisivos.

Aos 30 minutos do segundo tempo, o meia recebeu lançamento de Fábio Santos, dominou e, ao ver Rogério Ceni adiantado, bateu em cheio na bola para fazer 2 a 1.

– Não podia ter sido melhor. Foi difícil voltar depois de três meses em uma final, pela responsabilidade que temos. Ainda mais voltar fazendo gol. Acho que o mais importante foi a vitória. Temos uma pequena vantagem para o próximo jogo – afirmou o agora camisa 8, que também entrou porque Douglas havia se machucado.

Renato era o melhor do Corinthians – vestindo a camisa 25 – quando se machucou, em duelo contra o Guarani, pelo Paulistão Chevrolet. Um estiramento na coxa direita o impediu de estar em campo nos duelos contra o Boca Juniors (ARG), pelas oitavas de final da Copa Libertadores. E pior: o meia estava certo de que poderia receber uma oportunidade de Felipão, que havia renegado os experientes Ronaldinho Gaúcho e Kaká para apostar em Oscar e Jadson durante a Copa das Confederações.

O jogador sofreu em sua recuperação. A lesão demorou a cicatrizar e os prazos foram adiados. Antes da parada, decidiu-se que ele não deveria arriscar a voltar no Brasileirão. Passaria o mês de junho se preparando para a decisão da Recopa. Ainda sem a mesma confiança do início do ano, nos treinos preparatórios, não retomou a vaga de titular. Mas era só esperar. Com a camisa 8.