icons.title signature.placeholder Eduardo Mendes, Maurício Oliveira e Thiago Salata
13/06/2014
07:30

Luiz Felipe Scolari aposta que a Croácia será, ao lado do Brasil, uma das classificadas no Grupo A da Copa do Mundo. Mas os croatas não estão mais em um caminho próximo da Seleção Brasileira. Adversário estudado, adversário superado. É hora de olhar para os próximos rivais do Mundial, a começar por esta sexta.

Felipão mudou a programação do Brasil para ficar grudado na telinha, assim como os jogadores. O treino que aconteceria às 15h30, na Granja Comary, passou para as 11h. Os titulares nem devem ir a campo, já que irão se recuperar da estreia na sala de ginástico. Depois do trabalho, será a hora de ligar a TV para ver México e Camarões, que se enfrentam às 13h, em Manaus. A equipe canarinho pega os mexicanos na próxima terça, em Fortaleza, antes de encarar os africanos, dia 23, em Brasília.

O dia seguirá com observações na Granja. Às 16h, os brasileiros estarão ligados em um dos maiores clássicos da primeira fase: Holanda e Espanha se enfrentam em Salvador. Em seguida, será a vez de Chile x Austrália, às 19h, em Cuiabá. As quatro seleções fazem parte do Grupo B, de onde sairá o rival das oitavas de final. Com três pontos, o Brasil já deu um passo para tentar a liderança da chave, encarando assim o segundo colocado do grupo dos atuais campeões do mundo.


Roque Júnior, ex-zagueiro, pensa com Felipão em 2002, é o responsável por dissecar México e Camarões. Alexandre Gallo, o outro olheiro, foi quem passou os relatórios sobre a Croácia e já está acompanhando os times do Grupo B. Scolari viu na prática que a Croácia tinha mesmo as qualidades alertadas por Gallo: um time técnico, superior à Sérvia, batida em amistoso no dia 6.

- Se fosse apostar quem se classifica, aposto na Croácia. Eles colocam a bola perfeitamente entre goleiro e o zagueiro em cruzamento, qualquer erro pode ser gol contra. Não sei como o David não estufou a rede contra. Eles têm muita qualidade. Temos de elogiar - afirmou o técnico, que seguirá enfatizando a marcação na defesa pelas laterais.

- Alguns espaços têm de ser fechados de forma diferente - disse. Foi nas costas de Daniel Alves que o Brasil saiu perdendo antes de virar o jogo para 3 a 1.