icons.title signature.placeholder Michel Castellar
19/06/2014
10:56

Desde quarta-feira, Brasília se tornou um território colombiano. Para a partida de hoje, contra a Costa do Marfim, pelo grupo C da Copa do Mundo, às 13 horas, a estimativa é a de que 25 mil colombianos estejam no Estádio Nacional de Brasília - Mané Garrincha, mas o número pode aumentar.

Na manhã de hoje, os torcedores seguem empolgados para o estádio e confiantes em uma vitória. O triunfo dará à Colômbia uma vaga das duas vagas do grupo C para as oitavas de final.

- Viemos de Córdoba e essa é a nossa segunda Copa. Já tínhamos ida à África do Sul e desta vez a Colômbia vai longe - disse o bancário Rodriguéz Lopez, que pintou o corpo com uma das cores da bandeira de seu país, ao lado dos amigos Esteban Martinez e Juan Joaquim.

Ordas de colombianos seguem para o Mané Garrincha. A festa é tremenda e, pela primeira vez, o barulho da torcida na capital federal é ensurdecedor tamanha a quantidade de buzinas e apitos.

A madrugada também foi de festa. No setor hoteleiro sul de Brasília, onde a maioria dos colombianos está hospedada a agitação durou madrugada a dentro. 

Foi preciso que a polícia militar fosse acionada para conter um pouco a eurofia dos manifestantes. Mas nenhum incidente foi registrado.

- Como os brasileiros, os colombianos adoram uma festa. A polícia só pediu para que diminuíssemos o barulho. Mas estamos na Copa, vamos festejar e eles entenderam isso. Nada de briga. Viva a Colômbia - discursou o empresário Raul Perácio, que às duas horas da madrugada desta quinta-feira gritava a pleno pulmões em frente a um dos hotéis mais luxuosos da capital federal.