icons.title signature.placeholder Carlos Alberto Vieira
11/06/2014
02:15

O aconchegante Ismael Benigno, ou popularmente conhecido como o Estádio da Colina, fica relativamente próximo da Arena da Amazônia. Um trajeto de 7km, duas ruas. Mas com o trânsito caótico da região central de Manaus, a viagem demora 40 minutos no horário de pico. Nele cabem apenas 11 mil torcedores e a sua reforma custou R$ 21 milhões, financeiado pelo Ministério do Esporte. E o governo estadual  o administrará por 20 anos. Ele é um dos COTs (Campo Oficial de Treinos) da Copa.

Nesta terça-feira, a Colina teve um dia cheio. Com música de David Ghetta em volume ensurdecedor,  técnicos testavam o som e o gramado,  em excelente estado e até  superior ao da Arena Amazônia, estava sendo irrigado. Além disso, operários instalavam panos pretos em cinco pontos do Estádio.

- É um pedido da Fifa. Não pode ficar espaço para o torcedor que estiver do lado de fora  acompanhar o treino - disse Sidniz Filho, que integra a Fundação Vila Olímpica e será o coordenador da Colina após os jogos da primeira fase da Copa, quando a Fifa devolverá a administração do estádio para o governo.

 É nele que quatro seleções farão os seus treinos quando estiverem em Manaus: Inglaterra, Camarões, Portugal e Honduras.


- Estas seleções ficarão num hotel próximo. Os seus rivais ficarão em outra região da cidade e por isso treinarão no outro CT do Coroado, do outro lado da cidade - disse o admnistrador.

O resultado da obra aparentemente está aprovado. Amplo estacionamento, bom acabamento interno e um gramado primoroso. Um belo presente para um estádio só recebeu esta reformulação por causa da Copa.


- O amazonense gosta muito de futebol. E esperamos que este novo palco faça com que nosso estádio tenha uma elevação proporcional ao estádio que temos. Que o futebol amazonense tenha melhores dias. E nesta quinta-feira tenho a certeza de que os ingleses irão adorar o que vão ver - concluiu Sidniz.