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13/06/2014
16:29

A paixão do jornalista Marcelo Monteiro é pelas Copas do Mundo. Ele demonstra o amor colecionando itens que remetam aos Mundiais e tem verdadeiras relíquias no acervo. Da Copa de 1970, tem duas camisas originais usadas pelo elenco canarinho, ainda tem uma camisa da Fúria e outra de Camarões.

Do tricampeonato no México, Monteiro conseguiu duas camisas. Uma é azul clara e foi usada por algum membro da comissão técnica, garante. O material é o mesmo usado na fabricação da camisa de jogo.

- Pode ter sido do Zagallo ou de um massagista. Não dá para saber quem a usou, mas é um exemplar que foi da comissão técnica na Copa de 1970. Se você olhar as imagens da época, verá que é igual à que os membros da comissão técnica usavam - explicou.

Outra raridade é uma camisa de jogo (amarelinha) usada no México pelo lateral-esquerdo Marco Antônio.

- Essa foi para campo. Era do Marco Antônio e acredito que ele tenha usado nas quartas de final contra o Peru, que foi um jogo em que ele entrou - afirmou.

Monteiro ainda guarda uma camisa da seleção espanhola de 1990. Segundo ele, foi usada pelo meia Michel no amistoso que as seleções fizeram em setembro, logo após o fim da Copa do Mundo. Para infelicidade dos brasileiros, a Fúria fez 3 a 0.

Da África, o jornalista tem apreço por uma camisa de Camarões, usada por Pierre Womé na Copa de 1998.

- É uma camisa que me agrada pelas cores. Tem amarelo, verde e vermelho. São cores alegres e que representam bem o futebol e que Camarões usa desde 1982 - opinou.

O colecionador não sabe ao certo de onde vieram as camisas. Confia na originalidade pelas características de cada uma, que são, na maioria das vezes, infalíveis. A marca do fornecedor é uma boa dica para se reconhecer um uniforme.

- As camisas passam por muitas mãos. Geralmente, são dadas a alguém próximo dos times, que, com o tempo, se desfazem e vão passando por várias pessoas até chegarem a mim - finalizou.