icons.title signature.placeholder Bruno Grossi e Daniela Caravaggi
13/06/2014
10:30

Embora o presidente  Carlos Miguel Aidar tenha assumido um cenário financeiro desfavorável na reunião do Conselho Deliberativo na última segunda-feira, o São Paulo ainda sonha com a volta do meia Kaká, do Milan (ITA). A vinda do jogador não custaria nada para o Tricolor.

O atleta tem mais um ano de contrato com o clube italiano, mas a não classificação para a Liga dos Campeões da Europa permite a liberação imediata, sem custos. O empecilho seria o 'gordo' salário do jogador. Atualmente, ele recebe cerca de R$ 2 milhões por mês, valor que era 40% maior nos tempos de Real Madrid (ESP).

A relação próxima de Kaká com o clube - o DNA tricolor exaltado pelo mandatário - é a principal arma são-paulina para concretizar a volta do ídolo. A forte imagem do jogador junto à torcida e o perfil de bom moço são fatores que podem atrair parceiros, investidores e patrocinadores para auxiliar no negócio.

O presidente do São Paulo já condicionou o retorno de Kaká à vontade do meia e disse, “em caráter oficial” que ele só não volta ao clube que o revelou se não quiser. O mandatário, porém, ressaltou que as negociações e um plano para o retorno dele só começarão a ser desenvolvidos quando o jogador demonstrasse interesse.