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13/07/2013
16:37

Como era desejo de Alexandre Kalil, a CBF interveio na questão do mando de campo do Galo para a segunda partida da final da Copa Libertadores. A entidade máxima do futebol brasileiro publicou, em seu site oficial, que irá até a Conmebol garantir que o Alvinegro seja ouvido nesta questão. A CBF defende que o Independência seja a casa do time mineiro para o duelo contra o Olimpia no dia 24 de julho.

- A CBF não quer polemizar com a Conmebol, a entidade a qual é filiada e tem as melhores relações, mas sim lutar por um pleito que entende ser legítimo. Por isso, vamos exigir o direito de o Atlético Mineiro disputar o segundo jogo da final na sua casa, o Estádio Independência. Essa é uma pretensão que consideramos justa e dela não nos afastaremos - afirmou o presidente José Maria Marin.

Os mandatários da CBF e do Galo possuem relações próximas. Marin, inclusive, parabenizou o Galo por vencer o Newell's Old Boys após decisão dramática nos pênaltis e mencionou o nome do 'amigo Kalil'. Agora, o cartola irá para o Paraguai assistir ao primeiro jogo da final, no Defensores del Chaco. E pretende ver a volta, no Independência.

- O Independência, repito, é a casa do Atlético-MG e é no seu estádio que ele tem de disputar a final da Libertadores. Assim como o Olimpia vai jogar na sua casa, o Defensores del Chaco, que também não tem capacidade para 40 mil pessoas, o Atlético-MG tem o direito de exercer o seu mando de campo - disse.

Na nota publicada no site oficial, a CBF usa os mesmos argumentos que a cúpula do Atlético defendia. O regulamento da Conmebol prevê um estádio de 40 mil lugares, no mínimo, de capacidade, para abrigar os dois jogos da final. Só que o Defensores del Chaco já foi aceito pela Conmebol mesmo tendo 36 mil lugares. O Independência, na visão da CBF, tem só 23 mil lugares, mas compensa na segurança e conforto para os torcedores.

"A CBF solicitará à Conmebol que o pleito do Atlético Mineiro, de realizar o segundo jogo da final da Copa Libertadores da América contra o Olímpia, no dia 24 de julho, no Estádio Independência, seja atendido, por considerá-lo legítimo e amparado pelo senso de justiça. O presidente Marin garante que a CBF não abrirá mão de defender os interesses do seu filiado, o Atlético Mineiro, em fazer prevalecer o princípio da igualdade, já que o primeiro jogo, marcado para quarta-feira, será realizado no Estádio Defensores del Chaco, em Assunção, que comprovadamente não possui lotação para 40 mil espectadores", diz o começo da nota.

Como era desejo de Alexandre Kalil, a CBF interveio na questão do mando de campo do Galo para a segunda partida da final da Copa Libertadores. A entidade máxima do futebol brasileiro publicou, em seu site oficial, que irá até a Conmebol garantir que o Alvinegro seja ouvido nesta questão. A CBF defende que o Independência seja a casa do time mineiro para o duelo contra o Olimpia no dia 24 de julho.

- A CBF não quer polemizar com a Conmebol, a entidade a qual é filiada e tem as melhores relações, mas sim lutar por um pleito que entende ser legítimo. Por isso, vamos exigir o direito de o Atlético Mineiro disputar o segundo jogo da final na sua casa, o Estádio Independência. Essa é uma pretensão que consideramos justa e dela não nos afastaremos - afirmou o presidente José Maria Marin.

Os mandatários da CBF e do Galo possuem relações próximas. Marin, inclusive, parabenizou o Galo por vencer o Newell's Old Boys após decisão dramática nos pênaltis e mencionou o nome do 'amigo Kalil'. Agora, o cartola irá para o Paraguai assistir ao primeiro jogo da final, no Defensores del Chaco. E pretende ver a volta, no Independência.

- O Independência, repito, é a casa do Atlético-MG e é no seu estádio que ele tem de disputar a final da Libertadores. Assim como o Olimpia vai jogar na sua casa, o Defensores del Chaco, que também não tem capacidade para 40 mil pessoas, o Atlético-MG tem o direito de exercer o seu mando de campo - disse.

Na nota publicada no site oficial, a CBF usa os mesmos argumentos que a cúpula do Atlético defendia. O regulamento da Conmebol prevê um estádio de 40 mil lugares, no mínimo, de capacidade, para abrigar os dois jogos da final. Só que o Defensores del Chaco já foi aceito pela Conmebol mesmo tendo 36 mil lugares. O Independência, na visão da CBF, tem só 23 mil lugares, mas compensa na segurança e conforto para os torcedores.

"A CBF solicitará à Conmebol que o pleito do Atlético Mineiro, de realizar o segundo jogo da final da Copa Libertadores da América contra o Olímpia, no dia 24 de julho, no Estádio Independência, seja atendido, por considerá-lo legítimo e amparado pelo senso de justiça. O presidente Marin garante que a CBF não abrirá mão de defender os interesses do seu filiado, o Atlético Mineiro, em fazer prevalecer o princípio da igualdade, já que o primeiro jogo, marcado para quarta-feira, será realizado no Estádio Defensores del Chaco, em Assunção, que comprovadamente não possui lotação para 40 mil espectadores", diz o começo da nota.