icons.title signature.placeholder João Pires
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10/07/2013
16:29

A CBF e a CBBS seguem envolvidas em um conflito pela administração da Seleção Brasileira de beach soccer. Após encontrar respaldo em uma resolução da FIFA para assumir a gerência, a CBF está sendo alvo de críticas de algumas federações filiadas à CBBS, que vinha sendo a responsável até então.

Em contato com o LANCE!Net, Fábio Dantas da Silva, presidente da Federação de Beach Soccer de Sergipe, não poupou a CBF. Ele foi mais um a acusar a entidade de querer tirar vantagem da Seleção - o presidente da CBBS, Marcos Spironelli também já havia feito acusação semelhante na terça-feira. Ele ainda ressaltou que não estava ciente do documento assinado por José Maria Marin, que anunciava oficialmente a CBF como a gestora da Seleção.

- É muito difícil trabalharmos este tempo todo, formar jogadores e entregar de mão beijada para a CBF. Porque a CBF não pega também as federações? Só quer a Seleção, que dá muito dinheiro. Esse documento de março não chegou para nós e a CBBS não repassou nada para as federações a respeito - disse Fábio.

E quem voltou a ser colocada no centro da polêmica foi a empresa Koch Tavares, que até então gerenciava o marketing da CBBS e se aliou à CBF durante o conflito. Fábio acusou a Koch Tavares de querer apenas se beneficiar com os contratos de patrocínios:

- Eu tenho certeza que há interesses da CBF e da Koch Tavares, que querem derrubar a CBBS e tomar conta do beach soccer. Eles (Koch) vendem patrocínios por um valor alto e repassam uma migalha para a CBBS.

Já o presidente da Federação da Paraíba de Beach Soccer, Ailton Cavalcanti de Melo, foi mais além nas acusações e questionou inclusive o contrato da Koch Tavares com a CBBS - contrato de 20 anos, a ser encerrado em 2020.

- A CBF nunca nos deu nada e agora quer comandar a Seleção, isso não existe. A Lei Pelé é clara quanto a isso. A Koch Tavares está ao lado da CBF e sempre usou o beach soccer para se promover financeiramente. Esse contrato de 20 anos foi assinado em 2000 por um presidente da CBBS que era funcionário da Koch Tavares - disparou.

O LANCE!Net já tentou ouvir um posicionamento da empresa Koch Tavares, mas ainda não obteve resposta.

A CBF e a CBBS seguem envolvidas em um conflito pela administração da Seleção Brasileira de beach soccer. Após encontrar respaldo em uma resolução da FIFA para assumir a gerência, a CBF está sendo alvo de críticas de algumas federações filiadas à CBBS, que vinha sendo a responsável até então.

Em contato com o LANCE!Net, Fábio Dantas da Silva, presidente da Federação de Beach Soccer de Sergipe, não poupou a CBF. Ele foi mais um a acusar a entidade de querer tirar vantagem da Seleção - o presidente da CBBS, Marcos Spironelli também já havia feito acusação semelhante na terça-feira. Ele ainda ressaltou que não estava ciente do documento assinado por José Maria Marin, que anunciava oficialmente a CBF como a gestora da Seleção.

- É muito difícil trabalharmos este tempo todo, formar jogadores e entregar de mão beijada para a CBF. Porque a CBF não pega também as federações? Só quer a Seleção, que dá muito dinheiro. Esse documento de março não chegou para nós e a CBBS não repassou nada para as federações a respeito - disse Fábio.

E quem voltou a ser colocada no centro da polêmica foi a empresa Koch Tavares, que até então gerenciava o marketing da CBBS e se aliou à CBF durante o conflito. Fábio acusou a Koch Tavares de querer apenas se beneficiar com os contratos de patrocínios:

- Eu tenho certeza que há interesses da CBF e da Koch Tavares, que querem derrubar a CBBS e tomar conta do beach soccer. Eles (Koch) vendem patrocínios por um valor alto e repassam uma migalha para a CBBS.

Já o presidente da Federação da Paraíba de Beach Soccer, Ailton Cavalcanti de Melo, foi mais além nas acusações e questionou inclusive o contrato da Koch Tavares com a CBBS - contrato de 20 anos, a ser encerrado em 2020.

- A CBF nunca nos deu nada e agora quer comandar a Seleção, isso não existe. A Lei Pelé é clara quanto a isso. A Koch Tavares está ao lado da CBF e sempre usou o beach soccer para se promover financeiramente. Esse contrato de 20 anos foi assinado em 2000 por um presidente da CBBS que era funcionário da Koch Tavares - disparou.

O LANCE!Net já tentou ouvir um posicionamento da empresa Koch Tavares, mas ainda não obteve resposta.