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01/07/2013
15:09

Primeiro estádio entregue para a Copa das Confederações (em dezembro de 2012), o Castelão ofereceu boas condições para Brasil, México, Nigéria, Espanha e Itália jogarem em seu gramado ao longo do torneio. O mesmo não pode ser dito para o torcedor que acompanhou as partidas na arena.

Nos três jogos em Fortaleza (CE), houve reclamações da falta de comida e bebida nas lanchonetes, além de longas filas que tomaram muito tempo dos clientes, sobretudo no intervalo dos duelos. Os aficionados também se queixaram da qualidade do sanduíche servido no local.

Quem tentou utilizar o celular dentro do Castelão também sofreu. O serviço de telecomunicação funcionou até poucos minutos antes de a bola rolar e depois dos confrontos. Durante os jogos deixou o torcedor na mão.

O acesso ao estádio também não esteve a contento. Com boa parte da malha de metrô em construção, a Prefeitura ofereceu bolsões de estacionamento para que as pessoas estacionassem seus carros e usassem ônibus até a arena. A quantidade dos veículos foi insuficiente.

Manifestações também atrapalharam a acessibilidade. Torcedores tiveram de passar entre os protestos, com bombas de gás lacrimogêneo arremessadas pela polícia, para conseguirem chegar às arquibancadas.

Primeiro estádio entregue para a Copa das Confederações (em dezembro de 2012), o Castelão ofereceu boas condições para Brasil, México, Nigéria, Espanha e Itália jogarem em seu gramado ao longo do torneio. O mesmo não pode ser dito para o torcedor que acompanhou as partidas na arena.

Nos três jogos em Fortaleza (CE), houve reclamações da falta de comida e bebida nas lanchonetes, além de longas filas que tomaram muito tempo dos clientes, sobretudo no intervalo dos duelos. Os aficionados também se queixaram da qualidade do sanduíche servido no local.

Quem tentou utilizar o celular dentro do Castelão também sofreu. O serviço de telecomunicação funcionou até poucos minutos antes de a bola rolar e depois dos confrontos. Durante os jogos deixou o torcedor na mão.

O acesso ao estádio também não esteve a contento. Com boa parte da malha de metrô em construção, a Prefeitura ofereceu bolsões de estacionamento para que as pessoas estacionassem seus carros e usassem ônibus até a arena. A quantidade dos veículos foi insuficiente.

Manifestações também atrapalharam a acessibilidade. Torcedores tiveram de passar entre os protestos, com bombas de gás lacrimogêneo arremessadas pela polícia, para conseguirem chegar às arquibancadas.