icons.title signature.placeholder Camila Mattoso e Igor Siqueira
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11/07/2013
09:31

O fato de a Ferj estar faturando 10% da renda bruta dos jogos do Flamengo em Brasília – o maior percentual de arrecadação de uma Federação no Brasileirão – fez com que a Federação Brasiliense (FBF) desejasse uma fatia maior do bolo, como mostrou a De Prima.

A entidade anfitriã faturou mais de R$ 135 mil no Fla x Coritiba, com 5% da arrecadação. Mas a ideia é passar para os mesmos 10% da Ferj. O olho cresce ainda mais porque o Flamengo já acertou mais seis jogos na capital federal.

Os 10% foram estipulados pela Ferj como contrapartida ao fato de seus filiados mandarem jogos fora do Rio. E isso a transformou na federação que, percentualmente, mais lucra com a renda jogos. As outras federações ganham 5%, assim como a Ferj nos jogos no estado.

A princípio, a Federação Brasiliense, por não ser organizadora do jogo (apesar de a partida ser no território dela), não teria direito a cobrar taxas, segundo o Regulamento Geral de Competições da CBF.

Mas o acordo entre FBF e Flamengo usa uma brecha no documento para ser válido: qualquer gasto no borderô que vá além do que é previsto pela CBF é de responsabilidade do clube mandante. O Fla topou.

O presidente da entidade candanga, Jozafá Dantas, por sua vez, usa o discurso político e vai de encontro da informação dos bastidores.

– Estamos compartilhando a gestão dos jogos. Entendemos que está justo o acordo de 10% do Rubinho (Rubens Lopes, presidente da Ferj) e 5% para nós – afirmou Dantas.

CBF não se mete

A CBF preferiu não se pronunciar diante da inflação da taxa tirada pelas federações das rendas das partidas. A entidade apenas pontuou que essa é uma questão a ser discutida entre as partes, a partir do momento em que há necessidade de fazer um jogo em outro estado.

O fato de a Ferj estar faturando 10% da renda bruta dos jogos do Flamengo em Brasília – o maior percentual de arrecadação de uma Federação no Brasileirão – fez com que a Federação Brasiliense (FBF) desejasse uma fatia maior do bolo, como mostrou a De Prima.

A entidade anfitriã faturou mais de R$ 135 mil no Fla x Coritiba, com 5% da arrecadação. Mas a ideia é passar para os mesmos 10% da Ferj. O olho cresce ainda mais porque o Flamengo já acertou mais seis jogos na capital federal.

Os 10% foram estipulados pela Ferj como contrapartida ao fato de seus filiados mandarem jogos fora do Rio. E isso a transformou na federação que, percentualmente, mais lucra com a renda jogos. As outras federações ganham 5%, assim como a Ferj nos jogos no estado.

A princípio, a Federação Brasiliense, por não ser organizadora do jogo (apesar de a partida ser no território dela), não teria direito a cobrar taxas, segundo o Regulamento Geral de Competições da CBF.

Mas o acordo entre FBF e Flamengo usa uma brecha no documento para ser válido: qualquer gasto no borderô que vá além do que é previsto pela CBF é de responsabilidade do clube mandante. O Fla topou.

O presidente da entidade candanga, Jozafá Dantas, por sua vez, usa o discurso político e vai de encontro da informação dos bastidores.

– Estamos compartilhando a gestão dos jogos. Entendemos que está justo o acordo de 10% do Rubinho (Rubens Lopes, presidente da Ferj) e 5% para nós – afirmou Dantas.

CBF não se mete

A CBF preferiu não se pronunciar diante da inflação da taxa tirada pelas federações das rendas das partidas. A entidade apenas pontuou que essa é uma questão a ser discutida entre as partes, a partir do momento em que há necessidade de fazer um jogo em outro estado.