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04/07/2013
08:04

Poucas são as horas de Renato Gaúcho na casamata. O grupo ainda não conseguiu pegar o estilo do treinador. Mas alguns conceitos estão de volta com o ídolo tricolor, como se 2010 e 2011 estivessem de volta. Nada mudou na cabeça do técnico. No lugar de cobrança exacerbada, afago. Um rigor grande às regras do vestiário, com a existência da “caixinha” para multar qualquer deslize. E muita liberdade aos atletas para darem suas opiniões sobre o time e o andamento do trabalho.

O ídolo gremista afirmou que vai manter a política de “passar a mão” na cabeça dos jogadores antes dos xingamentos e das cobranças. Quer um grupo tranquilo, que possa retomar a felicidade de jogar e a confiança. Garante que os problemas que foram relatados são de fácil resolução dentro do vestiário. E sacramentou o retorno da caixinha.

- Não sei como estão as coisas. Mas é bom a caixinha, porque tem um horário e todo mundo começa nele. O que dói é o bolso para o jogador. Se mexer ele acorda. Espero que não precise. Mas a caixinha vai voltar – decretou o treinador.

O primeiro ponto percebido pelo grupo de jogadores no vestiário é a liberdade. Souza disse que nos dois primeiros dias de Renato Gaúcho no comando, foi o que mudou.

- O Renato deu muita liberdade para o grupo se expressar, falar. Ele está esperando chegar o primeiro jogo para pegar a noção real do time e do que fazer. Está tentando mudar um pouco o ambiente, conversando francamente, dando chance de poder falar também para se acertar e entrar me um denominador comum e sábado a gente ir bem – destacou o volante gremista.

Poucas são as horas de Renato Gaúcho na casamata. O grupo ainda não conseguiu pegar o estilo do treinador. Mas alguns conceitos estão de volta com o ídolo tricolor, como se 2010 e 2011 estivessem de volta. Nada mudou na cabeça do técnico. No lugar de cobrança exacerbada, afago. Um rigor grande às regras do vestiário, com a existência da “caixinha” para multar qualquer deslize. E muita liberdade aos atletas para darem suas opiniões sobre o time e o andamento do trabalho.

O ídolo gremista afirmou que vai manter a política de “passar a mão” na cabeça dos jogadores antes dos xingamentos e das cobranças. Quer um grupo tranquilo, que possa retomar a felicidade de jogar e a confiança. Garante que os problemas que foram relatados são de fácil resolução dentro do vestiário. E sacramentou o retorno da caixinha.

- Não sei como estão as coisas. Mas é bom a caixinha, porque tem um horário e todo mundo começa nele. O que dói é o bolso para o jogador. Se mexer ele acorda. Espero que não precise. Mas a caixinha vai voltar – decretou o treinador.

O primeiro ponto percebido pelo grupo de jogadores no vestiário é a liberdade. Souza disse que nos dois primeiros dias de Renato Gaúcho no comando, foi o que mudou.

- O Renato deu muita liberdade para o grupo se expressar, falar. Ele está esperando chegar o primeiro jogo para pegar a noção real do time e do que fazer. Está tentando mudar um pouco o ambiente, conversando francamente, dando chance de poder falar também para se acertar e entrar me um denominador comum e sábado a gente ir bem – destacou o volante gremista.