icons.title signature.placeholder Michel Castellar
13/06/2014
18:42

O atacante Caicedo defendeu que a malícia, peculiar aos jogadores sul-americanos, poderá ser decisiva na estreia do Equador na Copa do Mundo, contra a Suíça, no domingo, no Estádio Mané Garrincha. Nesta sexta-feira, a equipe chegou a Brasília e realizou uma movimentação no início da noite, no Centro de Capacitação Física do Corpo de Bombeiros.

- A Suíça é uma seleção jovem como nós. São bem organizados mas não têm a malicia dos jogadores sul-americanos. E podemos aproveitar essa vantagem - afirmou Caicedo.

De acordo com Caicedo, o Equador não vai precisar modificar sua maneira de jogar no domingo. Basta ficar atento e aproveitar as oportunidades.

Astro da equipe, o meia Valencia tranquilizou os torcedores ao garantir que está bem, sem nenhum problema físico. Destacou que a preparação equatoriana já foi finalizada e que, o momento, é o de trabalhar e colocar em prática tudo aquilo que foi planejado.

Sob a expectativa de ficar com uma das vagas do grupo E, que ainda conta com França e Honduras, tanto Caicedo quanto Valencia não quiserem fazer previsão se o time avançará a oitava-de-final. O zagueiro Jorge Guagua frisou que o time precisa pensar jogo a jogo.

- Temos de ir passo a passo e depois penssar em ir mais à frente. Nesse momento, estamos tranquilos e esperamos o momento chegar. Vamos com muita garra e esperamos fazer uma boa partida, apesar de sabermos que a Suíça será uma equipe difícil - considerou Guagua.

Já o zagueiro Erazo, que joga no Flamengo, contou que toda a seleção jogará em homenagem ao atacante Christian Benítez, o Chuco, que morreu em julho do ano passado. A morte ocorreu um dia após a sua estreia no Al Jaish, do Catar, após sentir dores abdominais e sofrer uma parada cardíaca.

- O time vai jogar pela memória dele. Ele foi parte da equipe. Tenho a certeza de que faremos uma boa participação nesta Copa - disse Erazo.

Durante o treino, que era fechado ao público por ordem da Fifa, cerca de 60 torcedores tentaram entrar no Centro do Corpo de Bombeiros. Um dirigente que acompanhava a delegação equatoriana tentou interceder a favor da torcida, mas não conseguiu que eles recebessem autorização para assistirem ao treino.