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19/07/2013
18:36

Afundado em dívidas e sem patrocínio master para o futebol há mais de dois meses, o Palmeiras tem negociações "quentes, mornas e frias" com empresas para novas parcerias com o departamento de futebol. Foi o que disse nesta sexta-feira José Carlos Brunoro, diretor-executivo do Verdão.

Por outro lado, o clube não divulga uma data limite para angariar novas receitas. No momento, o clube tem apenas a marca da Tim estampada no número da camisa, o que prevê cerca de R$ 2 milhões anuais aos cofres palmeirenses.

- Nós temos três níveis de aproximação com essas empresas: algumas estão quentes, outras estão mornas e outras frias. O quente é quando está em um momento de estudo, mas não vamos dar prazo - salientou Brunoro.

No mês passado, o clube pedia cerca de R$ 35 milhões apenas para vender o espaço do peito do uniforme, o local mais nobre para publicidade no futebol. Esse valor englobaria o período até dezembro de 2014, ano do centenário alviverde.

A Caixa Econômica Federal surgia como candidata, mas as dívidas impedem que o Palmeiras obtenha as Certidões Negativas de Débito (CNDs), indispensáveis para parcerias com órgãos públicos.

- O patrocínio para o futebol tem dois momentos. Tem um lado negativo, que pegamos as coisas andando. Tínhamos contrato em andamento e tínhamos de optar pela continuidade ou não. O fato positivo é que nós pudemos, com o novo departamento de marketing, alinhar o clube com as empresas. Então, nós fizemos um estudo de todas as empresas que tinham potencial de patrocinar o espaço principal, a barra ou manga da camisa. Todas essas empresas foram contatadas pelo potencial de estarem junto conosco.

Afundado em dívidas e sem patrocínio master para o futebol há mais de dois meses, o Palmeiras tem negociações "quentes, mornas e frias" com empresas para novas parcerias com o departamento de futebol. Foi o que disse nesta sexta-feira José Carlos Brunoro, diretor-executivo do Verdão.

Por outro lado, o clube não divulga uma data limite para angariar novas receitas. No momento, o clube tem apenas a marca da Tim estampada no número da camisa, o que prevê cerca de R$ 2 milhões anuais aos cofres palmeirenses.

- Nós temos três níveis de aproximação com essas empresas: algumas estão quentes, outras estão mornas e outras frias. O quente é quando está em um momento de estudo, mas não vamos dar prazo - salientou Brunoro.

No mês passado, o clube pedia cerca de R$ 35 milhões apenas para vender o espaço do peito do uniforme, o local mais nobre para publicidade no futebol. Esse valor englobaria o período até dezembro de 2014, ano do centenário alviverde.

A Caixa Econômica Federal surgia como candidata, mas as dívidas impedem que o Palmeiras obtenha as Certidões Negativas de Débito (CNDs), indispensáveis para parcerias com órgãos públicos.

- O patrocínio para o futebol tem dois momentos. Tem um lado negativo, que pegamos as coisas andando. Tínhamos contrato em andamento e tínhamos de optar pela continuidade ou não. O fato positivo é que nós pudemos, com o novo departamento de marketing, alinhar o clube com as empresas. Então, nós fizemos um estudo de todas as empresas que tinham potencial de patrocinar o espaço principal, a barra ou manga da camisa. Todas essas empresas foram contatadas pelo potencial de estarem junto conosco.