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01/11/2013
23:32

O Brasília Vôlei finalmente pôde comemorar diante de sua torcida. Mesmo sem algumas de suas principais atletas, o time da capital federal passou pelo Rio do Sul/Equibrasil nesta sexta-feira, por 3 sets a 1, parciais de 21-16, 21-17, 17-21 e 21-15, em duelo da sexta rodada da Superliga Feminina.

Capitã e grande estrela do time brasiliense, Paula Pequeno mais uma vez começou no banco, em razão de uma tendinite no Tendão de Aquiles. Ela entrou no decorrer da partida e ficou em quadra até o fim do jogo. A levantadora Camilla Adão recebeu o Troféu Viva Vôlei de melhor jogadora da partida. Quem também, brilhou foi a central Dani Scott.

O Brasília só volta a jogar pela Superliga no dia 3 de dezembro, contra o Minas, às 19h30, na Arena Vivo, em Belo Horizonte. No mesmo dia, o Rio do Sul recebe o Uniara/AFAV, às 20h15, no Ginásio Artenir Werner, em Rio do Sul.

O JOGO

O Brasília fez uma de suas melhores apresentações nesta Superliga no primeiro set. As mudanças promovidas pelo técnico Sérgio Negrão na partida contra o São Caetano foram mantidas. Assim, Eli e Jú Maranhão seguiram nas vagas antes ocupadas pelas experientes Elisângela e Paula. A oposto, aliás, chamou a responsabilidade na rede e fechou o set com um ataque forte na diagonal.

O Rio do Sul, que havia demorado para entrar no ritmo do jogo, voltou para o segundo set mais concentrado e logo abriu 6 a 2. Porém, num bom saque de Camilla Adão em Natiele, o time da casa recuperou a liderança. As visitantes foram somando erros e não conseguiram mais segurar Érika e companhia. No fim, outro erro na recepção catarinense, desta vez de Priscila, tornou a vantagem do Brasília ainda mais larga.

No embalo de Érika, o time da casa seguiu impondo sua superioridade na terceira etapa. Mas não demorou muito para que Rio do Sul voltasse para o jogo, graças a uma série de erros das comandadas de Negrão. O treinador precisou pedir tempo, mas não adiantou. A solução foi mandar Paula Pequeno para a quadra. Com ela de um lado, e Natiele do outro, o jogo ficou bem disputado. Mas, desta vez, as catarinenses levaram a melhor, quando Arianne explorou o bloqueio.

No quarto set, Negrão manteve Paula em ação. E Rio do Sul até tentou ser um adversário à altura de uma equipe que conta com uma bicampeã olímpica no elenco. Porém, os erros atrapalharam os planos do time de Rogério Portela. Até Natiele, grande arma nas conclusões da equipe do Sul, começou a ser bem marcada. A diferença no placar chegou a 12-5. A partir daí, bastou administrar e fechar o jogo numa china de Dani Scott.