icons.title signature.placeholder Guilherme Cardoso
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19/07/2013
08:01

Se firmar como uma das potências paralímpicas e pelo menos repetir o resultado de dois anos atrás, na Nova Zelândia. Esses sãos os principais objetivos do Brasil no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Lyon (FRA). O evento começa nesta sexta-feira com a cerimônia de abertura, mas as provas só acontecem a partir deste sábado.

- Temos uma perspectiva boa de evolução. Vamos tentar repetir os resultados, as 12 medalhas de ouro. No último Mundial tínhamos projetado terminar em sétimo e ficamos em terceiros. A meta agora é a quinta colocação, assim como a ideia é manter essa posição na próxima competição, em 2015. E assim, ficarmos em quinto na Paralimpíada - afirmou Ciro Wincler, coordenador técnico do time brasileiro.

Na Nova Zelândia, o Brasil terminou a competição com 12 medalhas de ouro, dez de prata e oito de bronze. Os brasileiros ficaram atrás apenas de China e Rússia se consideradas apenas as conquistas das medalhas douradas.

Para a disputa em Lyon, o time brasileiro viajou com 35 atletas, sendo que dez deles vão participar da competição pela primeira vez.

- Estamos em um momento de transição bom. Fizemos uma renovação de 33% das mulheres e 25% dos homens. A equipe do último Mundial já era formada. Agora, estamos em uma fase de transição, com grandes atletas saindo e outros com potencial surgindo - explicou Wincler.

* O repórter viaja a convite do Comitê Paralímpico Brasileiro

Se firmar como uma das potências paralímpicas e pelo menos repetir o resultado de dois anos atrás, na Nova Zelândia. Esses sãos os principais objetivos do Brasil no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Lyon (FRA). O evento começa nesta sexta-feira com a cerimônia de abertura, mas as provas só acontecem a partir deste sábado.

- Temos uma perspectiva boa de evolução. Vamos tentar repetir os resultados, as 12 medalhas de ouro. No último Mundial tínhamos projetado terminar em sétimo e ficamos em terceiros. A meta agora é a quinta colocação, assim como a ideia é manter essa posição na próxima competição, em 2015. E assim, ficarmos em quinto na Paralimpíada - afirmou Ciro Wincler, coordenador técnico do time brasileiro.

Na Nova Zelândia, o Brasil terminou a competição com 12 medalhas de ouro, dez de prata e oito de bronze. Os brasileiros ficaram atrás apenas de China e Rússia se consideradas apenas as conquistas das medalhas douradas.

Para a disputa em Lyon, o time brasileiro viajou com 35 atletas, sendo que dez deles vão participar da competição pela primeira vez.

- Estamos em um momento de transição bom. Fizemos uma renovação de 33% das mulheres e 25% dos homens. A equipe do último Mundial já era formada. Agora, estamos em uma fase de transição, com grandes atletas saindo e outros com potencial surgindo - explicou Wincler.

* O repórter viaja a convite do Comitê Paralímpico Brasileiro