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15/02/2015
09:00

 

O Brasil será representado no All Star Game da NBA, na noite deste domingo, a partir das 23h30 (de Brasília), em Nova York. Mas apesar de ser o quarto país com mais jogadores na NBA (oito), o país será lembrado por membro do banco de reservas do time do Leste: o fisioterapeuta Alessandro Oliveira.

Há cinco anos na NBA, sendo quatro no Atlanta Hawks e este último no Brooklyn Nets, um dos anfritiões do evento, Oliveira será o responsável pelo aquecimento e tratamento de estrelas como LeBron James, Carmelo Anthony, Pau Gasol, entre outros.

– É “mais ou menos” isso, sou o representante do Brasil. Será muito legal. Será interessante que trabalhei em todos os eventos do fim de semanda – afirmou o fisioterapeuta, em entrevista ao LANCE!Net


Alessandro posa para a foto no Barclay's Center (Foto: Thiago Perdigão)

Antes de ser fisioterapeuta, Alexandre, como vários outros brasileiros tentou a carreira como jogador de futebol. Jogou com o irmão nas categorias de base do Palmeiras, mas logo percebeu que era melhor tentar outra carreira. Fez a faculdade e logo depois teve um convite para vir para os Estados Unidos. Está há dez anos no país, mas mesmo assim continua antenado no trabalho de seus colegas brasileiros. E comparou a estrutura americana com as dos clubes do Brasil:

– A diferença não é absurda. Acompanho de longe, mas sei que Palmeiras, São Paulo e Corinthians têm estruturas muito boas. A vantagem é que aqui a gente tem acesso a equipamentos ótimos e mais baratos. Uma máquina que você encontra aqui por US$ 50 mil, lá no Brasil custa o triplo do preço em dólares, aí fica bem pesado – explicou.

Apesar de ter os melhores jogadores da NBA, o All Star Game é uma grande festa. Um pouco de calma para um campeonato que tem muitos jogos seguidos - uma temporada regular tem 82 - e por nove meses. Os times quase não treinam e os jogadores sofrem muito com a desgante rotina dos atletas. Por isso, cada um tem a sua própria preparação.

– O dia a dia é muito corrido. Chegamos 7h no ginásio para os treinos, que geralemte são as 11h. Depois tem recuperação, viagem, jogos... só quando ele começa que ficamos mais tranquilos – explicou Oliveira.

Hoje a “tranquilidade” do representante brasileiro no All Star Game será diferente. E especial!

*O repórter viaja a convite do Space