icons.title signature.placeholder Guilherme Cardoso
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27/07/2013
05:36

Faltou pouco, mas não deu para o time brasileiro. Logo na manhã deste sábado, a equipe ficou com a medalha de prata no revezamento 4x100, na categoria T42-46 (para amputados e outros). O quarteto do Brasil (formado por Bruno Araújo, Emicarlo de Souza, Yohansson Nascimento e Alan Fonteles) terminou a prova em 41s72, marca que valeria o recorde mundial, se não fosse os Estados Unidos.

Os americanos completaram a disputa em 40s73 e ficaram com o ouro. A antiga melhor marca do mundo era da África do Sul, com 41s78. A terceira colocação foi da Rússia, com 44s93.

- Demos o couro e trouxemos mais uma medalha para o Brasil - vibrou Yohansson.

- O resultado é muito importante. Entramos para sermos campeões e tentar o recorde. É importante porque conseguimos mais uma medalha - avaliou Emicarlo.

Mais tímido entre o quartedo brasileiro, Bruno vai subir ao pódio pela primeira vez no Mundial. Aos 21 anos, ele participa de sua primeira grande competição internacional. Até por isso, os demais companheiros não deixaram de pegar em seu pé.

- Toda noite eles ligavam no meu quarto para eu comer Nutella para correr bem (risos) - disse o atleta.

- Ele fazia a dieta da Lua. Comia tudo menos a Lua - brincou Yohansson.

Essa foi a terceira medalha dele na competição. Antes, ele já tinha levado o ouro nos 200m e o bronze nos 100m.

Já Alan Fonteles vai subir ao pódio pela quarta vez, após conseguir três ouros: nos 100m, 200m e 400m.

- Viemos em busca de mais um ouro. Levamos uma medalha importante. O time dos Estados Unidos mandou bem. Deu tudo certo. Agora, é voltar ao Brasil e treinar. Temos uma equipe forte, só precisamos acertar uns detalhes - avaliou Fonteles.

*O repórter viaja a convite do Comitê Paralímpico Brasileiro

Faltou pouco, mas não deu para o time brasileiro. Logo na manhã deste sábado, a equipe ficou com a medalha de prata no revezamento 4x100, na categoria T42-46 (para amputados e outros). O quarteto do Brasil (formado por Bruno Araújo, Emicarlo de Souza, Yohansson Nascimento e Alan Fonteles) terminou a prova em 41s72, marca que valeria o recorde mundial, se não fosse os Estados Unidos.

Os americanos completaram a disputa em 40s73 e ficaram com o ouro. A antiga melhor marca do mundo era da África do Sul, com 41s78. A terceira colocação foi da Rússia, com 44s93.

- Demos o couro e trouxemos mais uma medalha para o Brasil - vibrou Yohansson.

- O resultado é muito importante. Entramos para sermos campeões e tentar o recorde. É importante porque conseguimos mais uma medalha - avaliou Emicarlo.

Mais tímido entre o quartedo brasileiro, Bruno vai subir ao pódio pela primeira vez no Mundial. Aos 21 anos, ele participa de sua primeira grande competição internacional. Até por isso, os demais companheiros não deixaram de pegar em seu pé.

- Toda noite eles ligavam no meu quarto para eu comer Nutella para correr bem (risos) - disse o atleta.

- Ele fazia a dieta da Lua. Comia tudo menos a Lua - brincou Yohansson.

Essa foi a terceira medalha dele na competição. Antes, ele já tinha levado o ouro nos 200m e o bronze nos 100m.

Já Alan Fonteles vai subir ao pódio pela quarta vez, após conseguir três ouros: nos 100m, 200m e 400m.

- Viemos em busca de mais um ouro. Levamos uma medalha importante. O time dos Estados Unidos mandou bem. Deu tudo certo. Agora, é voltar ao Brasil e treinar. Temos uma equipe forte, só precisamos acertar uns detalhes - avaliou Fonteles.

*O repórter viaja a convite do Comitê Paralímpico Brasileiro