icons.title signature.placeholder Alexandre Braz, Luiz Gustavo Moreira, Vinicius Andrade e Walace Borges
13/12/2013
09:38

Paulo Autuori é o treinador predileto por parte da diretoria do Botafogo para assumir o time em 2014. No entanto, com uma política financeira mais cautelosa para o próximo ano, apesar da classificação à Libertadores, Eduardo Hungaro (treinador dos juniores e ex-auxiliar de Oswaldo de Oliveira) ganha força nos bastidores e pode ter a oportunidade de dirigir a equipe na competição sul-americana.

O gerente técnico, Sidnei Loureiro, é um dos principais entusiastas do trabalho de Hungaro e já deu carta branca à promoção.

A decisão, porém, não deve ser tomada tão cedo. O departamento de futebol do Glorioso ainda aguarda a movimentação do mercado de treinadores no fim do ano e outros nomes são estudados em sigilo.

Os primeiros contatos com Autuori não foram animadores. Além de receber um salário bem superior ao de Hungaro, o treinador tem conversas avançadas para assumir o Atlético-MG em 2014, já que Cuca negocia a saída para o Shandong Luneng, da China.

Outro motivo que faz com que o ex-comandante dos juniores passe a ser o candidato mais forte ao cargo é o vasto conhecimento que tem do elenco. Especialmente dos jovens oriundos das categorias de base. Atualmente, 14 garotos fazem parte do grupo dos profissionais.

"FAIR PLAY FINANCEIRO" FARÁ CLUBE ENXUGAR A FOLHA SALARIAL

A preocupação em melhorar a saúde financeira do clube está totalmente relacionada ao "Fair Play Financeiro", projeto proposto pela Comissão Especial de Clubes da CBF e que deve entrar em vigor em 2015.

Tudo porque o "Fair Play Fiscal e Financeiro" deve entrar em vigor em 2015 e punirá os clubes que estiverem endividados. A ideia é que, em caso de atraso, os times percam pontos nas competições.

A proposta foi desenvolvida pela Comissão Especial de Clubes da CBF, formada por dirigentes de Atlético-MG, Corinthians, Coritiba, Flamengo, Internacional e Vitória.

Ameaçados de perder três pontos a cada rodada em que não estiverem com as contas pagas, os clubes deverão apresentar três certidões, mostrando que estão em dia com os débitos tributários, previdenciários e de FGTS. Na parte trabalhista, os clubes deverão mostrar também a cada rodada que os salários estão em dia, também correndo o risco de perder três pontos em razão do calote.