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23/07/2013
21:16

Um dos maiores ídolos da história de Palmeiras, Portuguesa e Seleção Brasileira morreu às 19h30 desta terça-feira. Djalma Santos, aos 84 anos, não resistiu a uma pneumonia grave, que culminou em parada cardiorrespiratória no Hospital Dr. Hélio Angotti, em Uberaba-MG, cidade onde o ex-lateral-direito nasceu em 27 de fevereiro de 1929.

Djalma lutava para sobreviver há algumas semanas, mas não resistiu. Além de Lusa e Verdão, o ex-atleta também defendeu o Atlético-PR. O ídolo nacional disputou quatro Copas do Mundo (1954, na Suíça; 1958, na Suécia; 1962, no Chile; e 1966, na Inglaterra). Djalma Santos venceu os mundiais de 58 e 62 com o Brasil. Em toda carreira, ele jamais foi expulso.

O ídolo despontou com sucesso já aos 19 anos, em 1948, com a camisa da Portuguesa. Jogando pela equipe do Canindé, o ex-lateral disputou suas duas primeiras Copas, antes de tranferir-se para o Palmeiras, em 1959. Djalma já chegou ao Palestra Itália consagrado como um craque da sua época.

Djalma Santos formou a Primeira Academia de Futebol do Palmeiras, clube o qual defendeu até 1968. Foram 501 jogos, com 299 vitórias, 105 empates e 97 derrotas pelo Verdão. O ex-lateral balançou as redes em 12 oportunidades pelo clube. Conquistou quatro títulos nacionais (Taças Brasil de 60 a 67; Robertão de 67), além de três Campeonatos Paulistas (59, 63 e 66) e do Torneio Rio-São Paulo de 65.

Minutos depois do anúncio da morte, o Palmeiras, por meio de seu site oficial prestou homenagem ao ídolo com nota em seu site oficial. Parte do texto do clube exalta a qualidade que ele desfilava nos gramados:

"Em 1963, o lateral-direito foi o primeiro jogador brasileiro a ser chamado para integrar a Seleção da FIFA, em um jogo contra a Inglaterra. Dois anos depois, o craque esteve presente em uma das mais memoráveis partidas da história do Palmeiras e da Seleção Brasileira, e deixou seu nome registrado na súmula da partida que inaugurou o estádio Magalhães Pinto, o Mineirão. Na ocasião, o Palmeiras foi convidado para representar a Seleção Brasileira por completo, do goleiro ao ponta-esquerda, do técnico ao massagista, inclusive os reservas, num amistoso diante da Seleção Uruguaia. Naquela oportunidade, o Palmeiras (Brasil) venceu a Seleção Celeste por 3 a 1.

Mestre na arte de jogar, produzir, sentir, recompor e recriar o esporte. Genial e vitorioso, conseguia com seu espírito natural de líder manter a concentração de todo o grupo, estruturando e organizando a sua genialidade e a dos outros. Ele alimentava a fé e a confiança na vitória de sua equipe diante das dúvidas e dos obstáculos. Para ele não existia derrota nem bola perdida.

Djalma Santos era imbatível em jogadas no ombro a ombro e em divididas. Não dava chutão. Era daqueles defensores que encaravam os atacantes e saíam jogando com a bola dominada. Seus arremessos laterais com a mão eram como cruzamentos para a área adversária. Simplesmente incrível.

Neste próximo dia 28, o craque completaria 45 anos de sua despedida do Palestra Italia (vitória por 4 a 3 sobre o Cianorte-PR). Deixou a vaga no time para Eurico. Mas jamais foi esquecido. E jamais esqueceu o Palmeiras. No último dia 6, na vitória por 4 a 0 sobre o Oeste, o time alviverde inteiro entrou em campo com uma mensagem de apoio ao ídolo na camisa, com os dizeres #forzadjamasantos. O ex-lateral, emocionado, respondeu: “Saibam que, de certa forma, o Palmeiras nunca deixará de ser a minha casa”.

O Palmeiras se orgulha de contar com Djalma Santos em sua galeria de grandes craques, agradece ao ex-atleta pelos anos de serviço ao clube e presta solidariedade aos familiares e amigos."

MAIOR RIVAL PRESTA HOMENAGEM

O Corinthians, maior rival do Palmeiras, também manifestou-se sobre a morte de Djalma. Por meio do Twitter oficial do clube, o Alvinegro mandou uma mensagem: "Djalma Santos não jogou no Corinthians. Mas jogava tanta bola que vai deixar saudade até em nós, corinthianos".

O craque Djalma Santos deixa saudades ao Futebol Brasileiro

Um dos maiores ídolos da história de Palmeiras, Portuguesa e Seleção Brasileira morreu às 19h30 desta terça-feira. Djalma Santos, aos 84 anos, não resistiu a uma pneumonia grave, que culminou em parada cardiorrespiratória no Hospital Dr. Hélio Angotti, em Uberaba-MG, cidade onde o ex-lateral-direito nasceu em 27 de fevereiro de 1929.

Djalma lutava para sobreviver há algumas semanas, mas não resistiu. Além de Lusa e Verdão, o ex-atleta também defendeu o Atlético-PR. O ídolo nacional disputou quatro Copas do Mundo (1954, na Suíça; 1958, na Suécia; 1962, no Chile; e 1966, na Inglaterra). Djalma Santos venceu os mundiais de 58 e 62 com o Brasil. Em toda carreira, ele jamais foi expulso.

O ídolo despontou com sucesso já aos 19 anos, em 1948, com a camisa da Portuguesa. Jogando pela equipe do Canindé, o ex-lateral disputou suas duas primeiras Copas, antes de tranferir-se para o Palmeiras, em 1959. Djalma já chegou ao Palestra Itália consagrado como um craque da sua época.

Djalma Santos formou a Primeira Academia de Futebol do Palmeiras, clube o qual defendeu até 1968. Foram 501 jogos, com 299 vitórias, 105 empates e 97 derrotas pelo Verdão. O ex-lateral balançou as redes em 12 oportunidades pelo clube. Conquistou quatro títulos nacionais (Taças Brasil de 60 a 67; Robertão de 67), além de três Campeonatos Paulistas (59, 63 e 66) e do Torneio Rio-São Paulo de 65.

Minutos depois do anúncio da morte, o Palmeiras, por meio de seu site oficial prestou homenagem ao ídolo com nota em seu site oficial. Parte do texto do clube exalta a qualidade que ele desfilava nos gramados:

"Em 1963, o lateral-direito foi o primeiro jogador brasileiro a ser chamado para integrar a Seleção da FIFA, em um jogo contra a Inglaterra. Dois anos depois, o craque esteve presente em uma das mais memoráveis partidas da história do Palmeiras e da Seleção Brasileira, e deixou seu nome registrado na súmula da partida que inaugurou o estádio Magalhães Pinto, o Mineirão. Na ocasião, o Palmeiras foi convidado para representar a Seleção Brasileira por completo, do goleiro ao ponta-esquerda, do técnico ao massagista, inclusive os reservas, num amistoso diante da Seleção Uruguaia. Naquela oportunidade, o Palmeiras (Brasil) venceu a Seleção Celeste por 3 a 1.

Mestre na arte de jogar, produzir, sentir, recompor e recriar o esporte. Genial e vitorioso, conseguia com seu espírito natural de líder manter a concentração de todo o grupo, estruturando e organizando a sua genialidade e a dos outros. Ele alimentava a fé e a confiança na vitória de sua equipe diante das dúvidas e dos obstáculos. Para ele não existia derrota nem bola perdida.

Djalma Santos era imbatível em jogadas no ombro a ombro e em divididas. Não dava chutão. Era daqueles defensores que encaravam os atacantes e saíam jogando com a bola dominada. Seus arremessos laterais com a mão eram como cruzamentos para a área adversária. Simplesmente incrível.

Neste próximo dia 28, o craque completaria 45 anos de sua despedida do Palestra Italia (vitória por 4 a 3 sobre o Cianorte-PR). Deixou a vaga no time para Eurico. Mas jamais foi esquecido. E jamais esqueceu o Palmeiras. No último dia 6, na vitória por 4 a 0 sobre o Oeste, o time alviverde inteiro entrou em campo com uma mensagem de apoio ao ídolo na camisa, com os dizeres #forzadjamasantos. O ex-lateral, emocionado, respondeu: “Saibam que, de certa forma, o Palmeiras nunca deixará de ser a minha casa”.

O Palmeiras se orgulha de contar com Djalma Santos em sua galeria de grandes craques, agradece ao ex-atleta pelos anos de serviço ao clube e presta solidariedade aos familiares e amigos."

MAIOR RIVAL PRESTA HOMENAGEM

O Corinthians, maior rival do Palmeiras, também manifestou-se sobre a morte de Djalma. Por meio do Twitter oficial do clube, o Alvinegro mandou uma mensagem: "Djalma Santos não jogou no Corinthians. Mas jogava tanta bola que vai deixar saudade até em nós, corinthianos".

O craque Djalma Santos deixa saudades ao Futebol Brasileiro