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24/07/2013
15:34

No reencontro de Pep Guardiola com o Barcelona melhor para o ex-treinador da equipe catalã. Nesta quarta-feira o Bayern de Munique, comandado pelo espanhol, venceu na Allianz Arena um Barça formado basicamente por reservas por 2 a 0. Para completar o panorama, o treinador Jordi Roura ainda decidiu mudar toda a sua equipe no intervalo.

As conjunturas pela qual passavam o adversário pouco importavam para o Bayern e para Guardiola. A equipe alemã repetiu o que já vem mostrando nesta pré-temporada, um jogo de muita fluidez, com troca de posições, troca de passes, encurtamento de espaços para o adversário e marcação forte.

Em Munique o Bayern passeou, assim como fez diante do Barcelona nas semifinais da Liga dos Campeões. A movimentação de Ribéry, Müller e Robben levou a defesa reserva do Barça à loucura. De titulares, estavam apenas Mascherano e Adriano.

Numa dessas jogadas ofensivas, Ribéry cruzou e Lahm, como elemento surpresa, ocupou o lugar que seria de Müller e marcou de cabeça. Poderia ter sido mais, dada as chances que o Bayern criou.

No Barcelona, Messi tentava criar alguma coisa. Só que, assim como no duelo da Liga dos Campeões, o Bayern parece ter encontrado a forma ideal de anulá-lo. Não ir em cima, apenas acompanhá-lo. O argentino não encontrou espaços para os seus arremates, quando tentava fazê-lo haviam cinco, seis adversários em sua frente.

A estrutura do Bayern basicamente não mudou no segundo tempo. A única diferença foi a entrada de Mandzukic no lugar de Müller, pois assim o time de Guardiola ganhou um homem mais fixo no ataque. Shaqiri substituiu Robben, e no decorrer dos 45 minutos finais entraram Schweinsteiger, Contento, Kirchhoff, Can e Pizarro, nos lugares de Ribéry, Boateng, Kroos, Rafinha e Thiago.

As substituições mostram que Guardiola terá opções para variar muitas vezes a forma de jogar de sua equipe. Isso sem falar nos espaços que o treinador terá de arrumar para Götze e Javi Martínez, por exemplo. Nos minutos finais, Mandzukic pegou de primeira o passe de Contento para ampliar o placar.

Claro que o Barcelona da próxima temporada não será este. Jogadores como Valdés, Daniel Alves, Piqué, Xavi, Iniesta e principalmente Neymar estarão em campo. O time ainda espera a chegada do técnico Tata Martino. Enfim, a derrota não é um resultado para se desesperar.

Porém para o Bayern, a análise deste amistoso é a mais positiva possível. A equipe, que já era forte com Jupp Heynckes, ganhou nitidamente um toque guardiolista com tamanha movimentação vista em campo. De quebra, o atual campeão europeu conquistou a Taça Uli Hoeness. Não é muita coisa, porém é mais um caneco na estante do clube de Munique.

Redação analisa o reencontro de Guardiola com Barcelona

No reencontro de Pep Guardiola com o Barcelona melhor para o ex-treinador da equipe catalã. Nesta quarta-feira o Bayern de Munique, comandado pelo espanhol, venceu na Allianz Arena um Barça formado basicamente por reservas por 2 a 0. Para completar o panorama, o treinador Jordi Roura ainda decidiu mudar toda a sua equipe no intervalo.

As conjunturas pela qual passavam o adversário pouco importavam para o Bayern e para Guardiola. A equipe alemã repetiu o que já vem mostrando nesta pré-temporada, um jogo de muita fluidez, com troca de posições, troca de passes, encurtamento de espaços para o adversário e marcação forte.

Em Munique o Bayern passeou, assim como fez diante do Barcelona nas semifinais da Liga dos Campeões. A movimentação de Ribéry, Müller e Robben levou a defesa reserva do Barça à loucura. De titulares, estavam apenas Mascherano e Adriano.

Numa dessas jogadas ofensivas, Ribéry cruzou e Lahm, como elemento surpresa, ocupou o lugar que seria de Müller e marcou de cabeça. Poderia ter sido mais, dada as chances que o Bayern criou.

No Barcelona, Messi tentava criar alguma coisa. Só que, assim como no duelo da Liga dos Campeões, o Bayern parece ter encontrado a forma ideal de anulá-lo. Não ir em cima, apenas acompanhá-lo. O argentino não encontrou espaços para os seus arremates, quando tentava fazê-lo haviam cinco, seis adversários em sua frente.

A estrutura do Bayern basicamente não mudou no segundo tempo. A única diferença foi a entrada de Mandzukic no lugar de Müller, pois assim o time de Guardiola ganhou um homem mais fixo no ataque. Shaqiri substituiu Robben, e no decorrer dos 45 minutos finais entraram Schweinsteiger, Contento, Kirchhoff, Can e Pizarro, nos lugares de Ribéry, Boateng, Kroos, Rafinha e Thiago.

As substituições mostram que Guardiola terá opções para variar muitas vezes a forma de jogar de sua equipe. Isso sem falar nos espaços que o treinador terá de arrumar para Götze e Javi Martínez, por exemplo. Nos minutos finais, Mandzukic pegou de primeira o passe de Contento para ampliar o placar.

Claro que o Barcelona da próxima temporada não será este. Jogadores como Valdés, Daniel Alves, Piqué, Xavi, Iniesta e principalmente Neymar estarão em campo. O time ainda espera a chegada do técnico Tata Martino. Enfim, a derrota não é um resultado para se desesperar.

Porém para o Bayern, a análise deste amistoso é a mais positiva possível. A equipe, que já era forte com Jupp Heynckes, ganhou nitidamente um toque guardiolista com tamanha movimentação vista em campo. De quebra, o atual campeão europeu conquistou a Taça Uli Hoeness. Não é muita coisa, porém é mais um caneco na estante do clube de Munique.

Redação analisa o reencontro de Guardiola com Barcelona