icons.title signature.placeholder David Nascimento
10/06/2014
08:02

O presidente Eduardo Bandeira de Mello voltou a trabalhar no Flamengo, na última segunda-feira, após tirar licença de uma semana, e já tem decisões importantes para tomar, visando a um futuro melhor para o clube. Um dos principais pontos é o futuro da vice-presidência de futebol, vaga depois de Wallim Vasconcellos renunciar no início do mês, e que hoje o próprio mandatário acumula.

Duas possibilidades estão sendo trabalhadas por Bandeira e pela cúpula. A primeira seria indicar alguém experiente para o cargo de vice-presidente de futebol, que não sofra interferência de outros dirigentes na administração do departamento. Entre os cotados para assumir, caso a ideia seja levada à frente, estão o ex-vice de relações externas, Flávio Godinho, e o atual, Plinio Serpa Pinto. Alexandre Póvoa, atual vice de esportes olímpicos, e Rodrigo Tostes, hoje vice de finanças, correm por fora na disputa.

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Na noite da última segunda-feira, uma reunião foi realizada por Bandeira de Mello com figuras importantes da política do Flamengo, como Marcio Braga e Hélio Ferraz. Os ex-presidentes rubro-negros rejeitam a ideia de a vice-presidência de futebol ser dada a alguém ligado ao também ex-presidente Kleber Leite, apoiando assim a indicação de Flávio Godinho para assumir o cargo.

A outra possibilidade estudada, e que tende a sair do papel, é a criação de um conselho especial para o futebol, no qual todos os integrantes seriam responsáveis pelo departamento. A ideia inicial é que este conselho seja formado por Flávio Godinho, Plinio Serpa Pinto, Kleber Leite, Michel Assef e Luiz Eduardo Baptista. Neste caso, Bandeira de Mello continuaria como vice de futebol, já que o cargo não pode ser extinto.

Este panorama mostra a força política de Luiz Eduardo Baptista. O vice de marketing ganhou a disputa nos bastidores com Wallim Vasconcellos, travada desde o início da gestão. E independentemente de qual rumo for seguido, a única certeza é a de que muito trabalho precisará ser feito para mudar a situação de dentro das quatro linhas, que não agrada à torcida.