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05/02/2015
19:24

O Brasil encerra neste sábado a sua participação no Sul-Americano Sub-20, que acontece no Uruguai. O torneio deixará aspectos positivos e negativos para o técnico Gallo na sequência do trabalho. Se por um lado a campanha pífia da última edição foi superada, por outro a não conquista da competição liga o sinal de alerta para a disputa do Mundial, que acontece em maio na Nova Zelândia.

O L!net apontou cinco pontos (dois positivos e três que precisam de melhoras) na campanha brasileira na competição. Confira abaixo.

MARCOS GUILHERME E GERSON


Gerson e Marcos Guilherme fizeram bons jogos na competição (Foto: Pablo Porciuncula/AFP)

Os jogadores de Fluminense e Atlético-PR foram os principais destaques individuais da campanha. Mesmo nos momentos em que o time oscilava em campo, a dupla costumava ser o fator de desequilíbrio. Marcos Guilherme, inclusive, deixou sua marca em algumas partidas.

FATOR BANCO DE RESERVAS


Thalles veio do banco no jogo contra o Peru e marcou dois gols (Foto: Pablo Porciuncula/AFP)

Outro aspecto positivo (e curioso também) na campanha brasileira foram os jogadores saídos do banco de reservas, sobretudo os atacantes. Na última partida, contra o Peru, Thalles e Nathan, que começaram o Sul-Americano como titulares, vieram do banco e foram fundamentais. Kenedy também rendeu mais quando entrou durante as partidas. Ou seja: o banco de reservas acabou fazendo bem em alguns momentos.

DERROTAS PARA RIVAIS


Brasil perdeu para Argentina com dois gols no fim do confronto (Foto: Pablo Porciuncula/AFP)

Um dado que preocupou o torcedor, a imprensa e o próprio técnico Gallo foram as derrotas para rivais tradicionais. Contra o Uruguai, derrota na fase de grupos e empate sem gols no hexagonal decisivo. Já contra a Argentina, dois gols no fim decretaram o revés. Teoricamente, o Brasil não venceu os adversários mais fortes da competição.

PERDA DO TÍTULO


Gallo orienta o time durante o torneio. Título não veio (Foto: Pablo Porciuncula/AFP)

A campanha irregular aliada a derrotas e empate contra Argentina e Uruguai fizeram com que o Brasil chegasse na última rodada do hexagonal decisivo sem chances de título. O fato deve provocar alguns questionamentos e, claro, reflexão para o técnico Alexandre Gallo na elaboração da preparação do Mundial da categoria.

SISTEMA DEFENSIVO


A defesa brasileiro foi instável ao longo do Sul-Americano (Foto: Pablo Porciuncula/AFP)

O sistema defensivo também merece atenção de Alexandre Gallo. Em todo o Sul-Americano, o setor foi o mais irregular e que aparentou ter mais dificuldades, mesmo contra adversários menos qualificados. As bolas aéreas foram um dos maiores problemas.