icons.title signature.placeholder Paulo Victor Reis
20/03/2014
08:31

Considerado um elefante branco por muitos logo após os jogos Pan-Americanos de 2007, o Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, virou uma importante fonte de renda do Botafogo com o passar dos anos. Porém, fechado desde março do ano passado em razão de problemas na cobertura, o estádio só deve ser reaberto em novembro, o que vem causando um grande prejuízo ao Glorioso.

Fora do Ato Trabalhista e com 100% das receitas penhoradas, de acordo com o presidente do clube, Mauricio Assumpção, o Alvinegro estima um prejuízo de cerca de R$ 45 milhões por causa do fechamento do estádio.

E MAIS
> Após estreia pelo Botafogo, Matheus destaca bom desempenho físico
> No dia seguinte à vitória, reservas treinam, enquanto titulares ficam na academia
> Preparador diz que vaga de titular na Seleção não é preocupação de Jefferson

L!TV
> Pedindo passagem na seleção, Jefferson brilha no Maracanã

Em entrevista ao LANCE!Net, o gerente executivo, Sérgio Landau, falou das altas cifras do prejuízo.

– É algo por volta de R$ 45 milhões, sendo que somente este ano devemos fechar com R$ 25 milhões de prejuízo – contou o dirigente, que falou também sobre a tentativa do clube de utilizar o Engenhão mesmo que parcialmente.

– Tentamos negociar a antecipação da reabertura parcial do estádio com a prefeitura, mas não conseguimos. A ideia era utilizar o Engenhão somente com as arquibancadas inferiores – comentou.

O LANCE!Net apurou que, pouco antes da interdição, o Glorioso tinha praticamente fechado um contrato com a Caixa Econômica Federal pelo naming rights do Engenhão. Ou seja, a empresa pagaria para dar nome ao estádio. Outras grandes empresas, inclusive uma cervejaria, também estavam interessadas em fechar contratos de patrocínios, que não evoluíram devido ao fechamento do estádio. As negociações, porém, devem voltar à tona ainda neste ano.

Os R$ 45 milhões de prejuízo são referentes também à bilheteria, shows, entre outras despesas.


Mesmo adaptado ao Maracanã, torcedor sente falta do Engenhão