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24/07/2013
13:37


Com cem jogos disputados com a camisa do Corinthians, Emerson Sheik lista com facilidade os dois piores em que esteve presente: no empate por 1 a 1 contra o San José (BOL), em Oruro, quando o jovem Kevin Espada acabou morto, e na eliminação para o Boca Juniors (ARG), nas oitavas de finais da mesma Libertadores de 2013 (também 1 a 1), quando a atuação do árbitro paraguaio Carlos Amarilla acabou sendo decisiva para a queda:

- A Libertadores de 2012 foi toda perfeita, mas em 2013 foi um desastre total que o Corinthians não teve absolutamente nada a ver. Começando com Oruro, que o mundo se entristeceu, e o segundo jogo do Boca. Não sei qual foi pior...Na verdade sei, porque o primeiro foi uma vida e isso não tem preço. Mas o que aconteceu aqui, ele (Amarilla) veio, roubou a gente na cara dura, foi embora e tirou a gente da Libertadores - disse o atacante, que renovou o seu contrato até o julho de 2015.

- Foram os dois piores jogos da minha vida, jogos que prefiro esquecer, que não passaram pela minha carreira. Quem curte o esporte se entristece com algo assim - completou.

Carlos Amarilla é apontado como o vilão da Libertadores pelos corintianos (Foto: Tom Dib/LANCE!Press)

E MAIS:
> De longe e de perto, Corinthians monitora Wéverton, do Londrina
> Após três meses, Tite admite e explica sondagem da Inter de Milão
> De 'cara feia', Cleber já prevê forte concorrência por espaço no Timão
> Que saudade! Corinthians não entra no G4 do Brasileirão há 46 rodadas

Perguntado se, em 2014, o objetivo é voltar à Libertadores para "se vingar" da Conmebol e conquistar o bicampeonato que poderia ter acontecido, o atacante voltou a criticar o árbitro paraguaio. Com diversos adjetivos:

- Não existe o sentimento de conquistar a Libertadores porque um babaca veio aqui e tirou o nosso sonho e o de milhares de torcedores. Existe, sim, pelo nosso trabalho, pelos torcedores, por nossas famílias. De uma maneira bonita e alegre. Não porque um Zé Mané veio e impediu nosso sonho de conquistar o segundo título, que era muito possível. O time venceu em 2012, se reforçou e tinha tudo para seguir, o jogo mostrou que o Corinthians passaria se fosse justo e honesto...Pela alegria dos nossos torcedores e familiares, sim, muita motivação. Mas não porque um idiota tirou o nosso sonho - finalizou ele.

Para voltar à Libertadores, o Timão tem dois caminhos no segundo semestre. O mais curto seria a conquista da Copa do Brasil, competição que dá uma vaga ao campeão. O segundo é terminar o Brasileirão entre os quatro primeiros colocados. Nesta quarta-feira, Atlético-MG e Olímpia (PAR) fazem a final da competição no Mineirão. O time paraguaio venceu a primeira por 2 a 0.

 



Com cem jogos disputados com a camisa do Corinthians, Emerson Sheik lista com facilidade os dois piores em que esteve presente: no empate por 1 a 1 contra o San José (BOL), em Oruro, quando o jovem Kevin Espada acabou morto, e na eliminação para o Boca Juniors (ARG), nas oitavas de finais da mesma Libertadores de 2013 (também 1 a 1), quando a atuação do árbitro paraguaio Carlos Amarilla acabou sendo decisiva para a queda:

- A Libertadores de 2012 foi toda perfeita, mas em 2013 foi um desastre total que o Corinthians não teve absolutamente nada a ver. Começando com Oruro, que o mundo se entristeceu, e o segundo jogo do Boca. Não sei qual foi pior...Na verdade sei, porque o primeiro foi uma vida e isso não tem preço. Mas o que aconteceu aqui, ele (Amarilla) veio, roubou a gente na cara dura, foi embora e tirou a gente da Libertadores - disse o atacante, que renovou o seu contrato até o julho de 2015.

- Foram os dois piores jogos da minha vida, jogos que prefiro esquecer, que não passaram pela minha carreira. Quem curte o esporte se entristece com algo assim - completou.

Carlos Amarilla é apontado como o vilão da Libertadores pelos corintianos (Foto: Tom Dib/LANCE!Press)

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Perguntado se, em 2014, o objetivo é voltar à Libertadores para "se vingar" da Conmebol e conquistar o bicampeonato que poderia ter acontecido, o atacante voltou a criticar o árbitro paraguaio. Com diversos adjetivos:

- Não existe o sentimento de conquistar a Libertadores porque um babaca veio aqui e tirou o nosso sonho e o de milhares de torcedores. Existe, sim, pelo nosso trabalho, pelos torcedores, por nossas famílias. De uma maneira bonita e alegre. Não porque um Zé Mané veio e impediu nosso sonho de conquistar o segundo título, que era muito possível. O time venceu em 2012, se reforçou e tinha tudo para seguir, o jogo mostrou que o Corinthians passaria se fosse justo e honesto...Pela alegria dos nossos torcedores e familiares, sim, muita motivação. Mas não porque um idiota tirou o nosso sonho - finalizou ele.

Para voltar à Libertadores, o Timão tem dois caminhos no segundo semestre. O mais curto seria a conquista da Copa do Brasil, competição que dá uma vaga ao campeão. O segundo é terminar o Brasileirão entre os quatro primeiros colocados. Nesta quarta-feira, Atlético-MG e Olímpia (PAR) fazem a final da competição no Mineirão. O time paraguaio venceu a primeira por 2 a 0.