icons.title signature.placeholder Eduardo Mendes, Maurício Oliveira e Thiago Salata
10/06/2014
14:06

Em pouco mais de um ano sob o comando de Luiz Felipe Scolari, Luiz Gustavo assumiu a condição de um dos intocáveis do meio de campo, mas sem badalação. Avesso aos holofotes, o volante prefere que o reconhecimento público seja apenas relacionado às conquistas e não direcionado à personalidade.

- Sou muito tranquilo. Não faço a mínima questão de ser conhecido ou aparecer mais que os outros. Levo comigo que sempre quero ganhar e tenho de me doar ao máximo. Se vão me reconhecer ou não, não é algo que procuro. Quero realizar meus sonhos e me desafiar. Isso que motiva. Se no fim conseguirmos o objetivo, sei que serei lembrado de alguma forma - disse o jogador.

Timidez que não deve ser confundida com seriedade. De poucos sorridos dentro de campo, Luiz Gustavo garante que está longe de ser uma pessoa que costuma distribuir broncas aos companheiros.

- Não sou bravo, mas apenas quieto e tranquilo. Não consigo ficar sorrindo muito. Quem me conhece sabe que sou da paz. Dentro de campo não me transformo, mas fico sério porque envolvem outras questões. Isso tem me acompanhado durante a carreira e, assim, procuro ajudar sempre o time - comentou.


Com o discurso sempre focado para o coletivo da Seleção, o volante aponta essa qualidade como uma virtude para o Brasil conquistar o título. Tema, inclusive, trabalhado em palestra do empresário Carlos Alberto Júlio, que aconteceu na segunda-feira.

- Sempre é bom aprender coisas novas e foi uma palestra legal. Sempre fui muito coletivo e nunca fiz questão de ser o principal, o centro das atenções. Essa palestra veio a calhar muito bem para bem mim e para todo o elenco - contou Luiz Gustavo.