icons.title signature.placeholder RADAR/LANCEPRESS!
icons.title signature.placeholder RADAR/LANCEPRESS!
29/08/2015
08:13

O dia não foi bom para o os times de revezamentos masculinos do Brasil no Mundial de Pequim, na China. O time dos 4x400m, formando por o quarteto formado por Pedro Luiz de Oliveira, Wagner Cardoso, Hederson Estefani e Hugo de Sousa, não conseguiu nem sequer superar o próprio desempenho do ano. Eles cruzaram a linha de chegada com o tempo de 3m01s05, conseguindo apenas a 12ª posição. No fim da prova, Pedro e Hugo passaram mal, chegando a vomitarem. Apesar do resultado ruim, Hugo se disse satisfeito.

- A gente dá o máximo, vai à exaustão para representar o nosso país com toda a energia que tem, então toda prova fico exausto. Estou com o ouvido entupido por conta do esforço. Mas é satisfatório saber que a gente deu o melhor. Os atletas que foram para a final foram com tempo de pódio. É uma estatística muita alta para os mundiais. Com esse tempo que corremos hoje iríamos para a final de Moscou e das Bahamas. Esperávamos um resultado melhor, mas foi bom. Infelizmente vamos ter que assistir a essa final na arquibancada - disse.

Nos 4x100m, os brasileiros deixaram o bastão cair logo na primeira passagem, sendo desclassificado do campeonato no Estádio Ninho do Pássaro. Gustavo dos Santos, que abriu a prova foi impreciso na passagem do bastão para Aldemir Gomes. Assim, Bruno Lins e José Carlos Moreira nem chegaram a correr.

- Infelizmente o revezamento em que é passível isso acontecer. Nós treinamos muito, mas acontece. Foi uma infelicidade. Eu senti que o Gustavo veio bem, mas aconteceu. Eu senti o bastão, mas quando fechei a mão, ele não estava mais. Não sei o que aconteceu. Vamos parar para estudar, ver as imagens, acertar e poder chegar bem nas próximas competições - disse Aldemir.

José Carlos, que foi para a China apenas para a disputa do revezamento lamentou o fracasso do time na competição.

- A gente não chegou a ver o que aconteceu. Treinamos bem, não foi por falta de nada. Simplesmente foi um azar. O time está bem, todo mundo bem preparado. A gente com certeza ia passar para a final. Todos os países já derrubaram o bastão, e hoje infelizmente foi a nossa vez. É continuar trabalhando para o objetivo maior, que são os Jogos Olímpicos. É manter o pé firme, esquecer as coisas na cabeça, porque para 2016 temos que estar com foco. Não vamos levar isso que aconteceu hoje adiante - disse.

FEMININO FICA NO QUASE

Assim como os homens, as mulheres do revezamento brasileiro 4x100m não foram bem, mas tiveram mais perto de conseguir os tempos para as finais. Rosângela Santos, Franciela Krasucki, Bruna Farias e Vitória Rosa fizeram o tempo de 43s15, seis centésimo atrás da Rússia, última seleção a conseguir a classificação.

- A gente fica triste. Todas sabíamos que seria difícil porque o campeonato estaria forte. Demos o melhor, as passagens foram redondas, não teve erro, mas infelizmente não conseguimos. Ficamos com a sensação de que faltou um pouco mais, mas ao mesmo tempo felizes porque estamos com duas meninas que estão em seu primeiro Mundial adulto. Eu e a Rô somos tias. O clima está superbom, estamos todas entrosadas, e o ano que vem promete - disse Franciela.

O dia não foi bom para o os times de revezamentos masculinos do Brasil no Mundial de Pequim, na China. O time dos 4x400m, formando por o quarteto formado por Pedro Luiz de Oliveira, Wagner Cardoso, Hederson Estefani e Hugo de Sousa, não conseguiu nem sequer superar o próprio desempenho do ano. Eles cruzaram a linha de chegada com o tempo de 3m01s05, conseguindo apenas a 12ª posição. No fim da prova, Pedro e Hugo passaram mal, chegando a vomitarem. Apesar do resultado ruim, Hugo se disse satisfeito.

- A gente dá o máximo, vai à exaustão para representar o nosso país com toda a energia que tem, então toda prova fico exausto. Estou com o ouvido entupido por conta do esforço. Mas é satisfatório saber que a gente deu o melhor. Os atletas que foram para a final foram com tempo de pódio. É uma estatística muita alta para os mundiais. Com esse tempo que corremos hoje iríamos para a final de Moscou e das Bahamas. Esperávamos um resultado melhor, mas foi bom. Infelizmente vamos ter que assistir a essa final na arquibancada - disse.

Nos 4x100m, os brasileiros deixaram o bastão cair logo na primeira passagem, sendo desclassificado do campeonato no Estádio Ninho do Pássaro. Gustavo dos Santos, que abriu a prova foi impreciso na passagem do bastão para Aldemir Gomes. Assim, Bruno Lins e José Carlos Moreira nem chegaram a correr.

- Infelizmente o revezamento em que é passível isso acontecer. Nós treinamos muito, mas acontece. Foi uma infelicidade. Eu senti que o Gustavo veio bem, mas aconteceu. Eu senti o bastão, mas quando fechei a mão, ele não estava mais. Não sei o que aconteceu. Vamos parar para estudar, ver as imagens, acertar e poder chegar bem nas próximas competições - disse Aldemir.

José Carlos, que foi para a China apenas para a disputa do revezamento lamentou o fracasso do time na competição.

- A gente não chegou a ver o que aconteceu. Treinamos bem, não foi por falta de nada. Simplesmente foi um azar. O time está bem, todo mundo bem preparado. A gente com certeza ia passar para a final. Todos os países já derrubaram o bastão, e hoje infelizmente foi a nossa vez. É continuar trabalhando para o objetivo maior, que são os Jogos Olímpicos. É manter o pé firme, esquecer as coisas na cabeça, porque para 2016 temos que estar com foco. Não vamos levar isso que aconteceu hoje adiante - disse.

FEMININO FICA NO QUASE

Assim como os homens, as mulheres do revezamento brasileiro 4x100m não foram bem, mas tiveram mais perto de conseguir os tempos para as finais. Rosângela Santos, Franciela Krasucki, Bruna Farias e Vitória Rosa fizeram o tempo de 43s15, seis centésimo atrás da Rússia, última seleção a conseguir a classificação.

- A gente fica triste. Todas sabíamos que seria difícil porque o campeonato estaria forte. Demos o melhor, as passagens foram redondas, não teve erro, mas infelizmente não conseguimos. Ficamos com a sensação de que faltou um pouco mais, mas ao mesmo tempo felizes porque estamos com duas meninas que estão em seu primeiro Mundial adulto. Eu e a Rô somos tias. O clima está superbom, estamos todas entrosadas, e o ano que vem promete - disse Franciela.