icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
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11/07/2013
07:00

O sonho de vencer a Libertadores pela primeira vez estava pautado em três dos quatro time semifinalistas da atual edição do torneio. Só o Olimpia-PAR sabe o que é ter a taça. E no duelo decisivo entre Atlético-MG e Newell's, dois times que são considerados os melhores de Brasil e Argentina queriam dar continuidade à esta ambição. Melhor para o Galo, que venceu nos pênaltis.

- É um trabalho muito duro, de uma equipe muito boa. Antes, eu falei com o Cuca, Eduardo Maluf, no vestiário. No campo, fizeram tudo. Os jogadores não são meninos. Você botar um Ronaldinho concentrado cinco dias, não é brincadeira - disse o presidente Alexandre Kalil.

A batalha dos sonhos pode ser assim classificada porque a Libertadores virou uma obsessão para alvinegros e rubro-negros. O Galo nunca foi tão longe no torneio, e era alimentado para vencê-lo por conta da rivalidade com o Cruzeiro, detentor de duas taças (1976 e 1997). Já o Newell's Old Boys bateu na trave duas vezes, em 1988 e 1992.

- Então, lá na preleção, hoje (quarta), pouco antes de vir para cá (Independência), conversando com jogadores, perguntamos se iriamos classificar ganhando um jogo normal do Newell's, se iriamos ganhar ao natural, sem ter emoção, entrega, 120% de vontade. Se não for assim não vai classificar. Eles não jogaram o que jogaram lá (Rosário) e o mando de campo é muita coisa que pesa. Jogamos aqui o que eles jogaram lá, principalmente no primeiro tempo - disse o técnico Cuca.

No fim, a vontade parecia igual. Os atletas do Galo completamente contagiados com a torcida e a crença na virada. Já o Newell's detinha o amor de seus jogadores com a camisa que defendem. Mas Victor, que tinha material de estudo de sobra para os pênaltis (26 cobranças de NOB e Boca nas oitavas), impediu Maxi Rodríguez de levar para os alternados.

Épico! Em jogo eletrizante, Atlético-MG vai à final da Liberta

O sonho de vencer a Libertadores pela primeira vez estava pautado em três dos quatro time semifinalistas da atual edição do torneio. Só o Olimpia-PAR sabe o que é ter a taça. E no duelo decisivo entre Atlético-MG e Newell's, dois times que são considerados os melhores de Brasil e Argentina queriam dar continuidade à esta ambição. Melhor para o Galo, que venceu nos pênaltis.

- É um trabalho muito duro, de uma equipe muito boa. Antes, eu falei com o Cuca, Eduardo Maluf, no vestiário. No campo, fizeram tudo. Os jogadores não são meninos. Você botar um Ronaldinho concentrado cinco dias, não é brincadeira - disse o presidente Alexandre Kalil.

A batalha dos sonhos pode ser assim classificada porque a Libertadores virou uma obsessão para alvinegros e rubro-negros. O Galo nunca foi tão longe no torneio, e era alimentado para vencê-lo por conta da rivalidade com o Cruzeiro, detentor de duas taças (1976 e 1997). Já o Newell's Old Boys bateu na trave duas vezes, em 1988 e 1992.

- Então, lá na preleção, hoje (quarta), pouco antes de vir para cá (Independência), conversando com jogadores, perguntamos se iriamos classificar ganhando um jogo normal do Newell's, se iriamos ganhar ao natural, sem ter emoção, entrega, 120% de vontade. Se não for assim não vai classificar. Eles não jogaram o que jogaram lá (Rosário) e o mando de campo é muita coisa que pesa. Jogamos aqui o que eles jogaram lá, principalmente no primeiro tempo - disse o técnico Cuca.

No fim, a vontade parecia igual. Os atletas do Galo completamente contagiados com a torcida e a crença na virada. Já o Newell's detinha o amor de seus jogadores com a camisa que defendem. Mas Victor, que tinha material de estudo de sobra para os pênaltis (26 cobranças de NOB e Boca nas oitavas), impediu Maxi Rodríguez de levar para os alternados.

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