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27/04/2014
18:29

A falta que originou o gol do São Paulo nos minutos finais da partida no Parque do Sabiá, em Uberlândia, causou revolta nos jogadores do Cruzeiro. O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães (RJ) anotou infração de Bruno Rodrigo em Luís Fabiano e, ao término dos 90 minutos, teve que escutar reclamações de atletas e comissão técnica.

Júlio Baptista, autor do único tento da Raposa, lamentou a infelicidade diante do Tricolor Paulista. Ele ainda criticou a atuação do mediador do confronto.

– Acho que o árbitro teve uma influência grande no gol adversário e inverteu todas as faltas para o São Paulo. Mas isso não impede de nos defendermos bem. Ele influenciou negativamente no resultado do jogo – avaliou.

O discurso do camisa 10 foi endossado por Bruno Rodrigo, protagonista do lance. O zagueiro assegura que não cometeu infração no camisa 9 são-paulino.

– Eu estava na frente do Luis Fabiano e ele (árbitro) disse que puxei o Luís Fabiano. Como eu fiz isso se estava protegendo a bola, na frente do Luís Fabiano? A falta não existiu, mas houve um erro na marcação – disse o defensor, que ainda completou:

– O Luís Fabiano estava atrás de mim, como estava puxando o Luís? Não tinha como fazer falta nessa jogada, estava apenas protegendo para o Dedé ficar com a bola.

E os questionamentos à marcação do juiz fluminense não pararam por aí. O paraguaio Samudio crê que este é um problema de todo o continente, diferente do que se vê no futebol europeu.

– São jogadas que o árbitro marca falta. Então temos que acatar o que ele marca. Aqui na América do Sul é diferente da Europa, os árbitros pensam que são protagonistas, mas somos nós, jogadores. O árbitro tem que apitar corretamente – concluiu.


Cruzeiro abre o placar, mas São Paulo busca empate no fim