icons.title signature.placeholder Record, de Portugal
12/06/2014
15:24

Tudo nasceu de uma aposta feita no decorrer da época, na Turquia, com um amigo que permanece incógnito. Hugo Almeida foi desafiado a usar bigode num jogo com o Kasimpasa e deu-se bem com o novo visual, pelo menos no que diz respeito à relação com as balizas adversárias. Marcou nesse encontro frente à equipa de Castro e não quis desfazer-se do seu novo “amigo”, prometendo mantê-lo até ao fim da Copa no Brasil.

- É o bigode da sorte - apelidou o jogador no final da partida com a Irlanda, na qual o novo amuleto do atacante voltou a fazer das suas: dois gols, muita participação no jogo ofensivo e atividade defensiva permanente para fechar a lateral esquerda.

Em suma, uma grande exibição do atacante que parecia estar  atrás de Éder e Hélder Postiga na luta por um lugar na frente de ataque português.

- Um amigo pediu-me para fazer nesse jogo com o Kasimpasa. Eu disse-lhe que sim, mas nem eu acreditava que conseguisse. Porque uma coisa é estar com os amigos assim, outra é jogar perante vários milhões de pessoas. Mas consegui e correu bem.

E porque quem ganha uma aposta resolve logo arriscar novamente, o avançado o fez, mas desta vez sem envolver terceiros.

- Fiz uma aposta comigo mesmo de ir com o bigode até ao final do Mundial.

No segundo gol, Almeida fez questão de acariciar o novo talismã.

- Já tinha feito isso na Turquia e o Onfre [assessor de imprensa da FPF] tinha-me dito para voltar a fazer se marcasse. Lembrei-me disso e fiz.

CONCORRÊNCIA

Três opções para apenas um lugar. Hugo Almeida, Hélder Postiga e Éder. O atacante do Besiktas está com a moral em alta, mas garante que não existe briga pela camisa 11.

- Não há disputa nenhuma. O Hélder Postiga e o Éder são parceiros. Tenho maior relação com o Postiga porque estamos juntos há muitos anos, mas o Éder também é muito bom rapaz e muito amigo. Só quero ajudar e dar sempre o meu melhor.