icons.title signature.placeholder LANCEPRESS!
29/11/2013
22:27

Representantes da Associação Internacional de Jornais Esportivos (IASN, sigla em inglês) que estão no Rio de Janeiro para a sua reunião semestral – que será realizada neste sábado e o LANCE! é o anfitrião – visitaram os organizadores dos dois grandes eventos esportivos que ocorrerão no país, a Copa-2014 e a Olimpíada-2016.

Os membros da IASN presentes foram Antoni Cases, representante do presidente do “Mundo Deportivo” (Espanha), Ricardo Roa, diretor do “Diário Olé/Grupo Clarín” (Argentina), Xavier Spender, CEO do “L’Équipe” (França) e Walter de Mattos Junior, presidente do “LANCE!”. A primeira visita foi à sede do Comitê Organizador Local do Mundial-2014, no Riocentro.

A IASN foi recebida por Ricardo Trade, CEO do comitê. Ele falou sobre os principais desafios de gerenciar uma competição que terá 12 sedes espalhadas por um país continental e que os possíveis problemas na malha aérea em dias de jogos - uma das grandes preocupações dos membros da IASN - estão sendo avaliados e que uma das decisões é que o traslado da seleção para a cidade em que ela jogar será feito 48 horas antes das partidfas e não em 24 horas, como ocorreu nas Copas anteriores.

Trade disse que uma grande preocupação é das cidades deixarem de aproveitar as suas arenas e que dez das 12 sedes já apresentaram planos para a utilização dos estádios:

- Só Manaus e Cuiabá estão devendo. Mas também é importante ver que a Copa deixa um legado para a povo. Cuiabá mesmo, é um canteiro de obras e muitas só saíram do papel por causa da Copa do Mundo.

Ricardo Roa, fundador do Olé, se mostrou preocupado com o pouco interesse do torcedor brasileiro com o Mundial, lembrando que em vários países, a competição já desperta grande interesse. Trade disse que isso deve mudar no curto prazo.

- Logo após o sorteio dos grupos isso mudará. As cidades saberão quais os jogos em suas Arenas e isso mobilizará a população. As seleções escolherão os CTs e as cidades escolhidas passarão a viver a expectativa.

Outro ponto tocado por Trade vem sendo a transparência nas contas do COL:

- Tudo passa por licitação, não há favorecimento. Nenhum funcionário foi contratado por indicação política, ninguém recebe favorecimento, há o direito de adquirir dois ingressos e eles tem de ser pagos. Não podemos ultrapassar o orçamento, Isso nos dá credibilidade - disse Trade.