icons.title signature.placeholder Eduardo Mendes
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23/07/2013
08:03

A tentativa de acordo costurada pela diretoria do Flamengo com as facções do clube na semana passada foi conduzida por Artur Alexandre, que ocupa o cargo de assessor da presidência e recebe R$ 21 mil mensais por meio de nota fiscal de uma empresa de economia e teste de água. Todos os funcionários remunerados no clube para cargos do alto escalão são contratados como pessoa jurídica.

Na sexta-feira, o jornal "Extra" noticiou que as torcidas receberiam 100 ingressos por partida desde que assinassem um termo de conduta no qual se comprometeriam a não criticar a diretoria.

Realmente, Artur Alexandre reuniu-se com representantes das facções, incluindo torcedores que apoiaram a gestão de Patricia Amorim e a primeira proposta era de ceder bilhetes às torcidas.

Não houve acordo, porém, no que diz respeito ao trato combinado. O Flamengo, então, recuou e ofereceu a venda de meia entrada para as facções, um dos benefícios ao qual os sócios fidelizados e que pagam pelo programa têm direito.

O vazamento da informação gerou mal-estar internamente dentro do clube, principalmente pelo condutor da negociação estar ligado diretamente à presidência.

Entre as causas defendidas pela gestão de Eduardo Bandeira de Mello estava o corte de ingressos para as facções, regalia permitida por Amorim durante o mandato da ex-presidente rubro-negra.

Na semana passada, o Flamengo atingiu a marca de 29.278 torcedores associados ao Nação Rubro-Negra, ultrapassando o Cruzeiro no programa Movimento Por Um Futebol Melhor que contempla 25 clubes brasileiros.

Fla diz que não dará ingressos

O Flamengo divulgou um comunicado nesta segunda, para os sócios, no qual reafirmou a postura de não distribuir ingressos para as facções. No fim de semana, o clube já havia colocado uma nota no site oficial, negando que os torcedores teriam direito a bilhetes para os jogos.

"A diretoria do Clube de Regatas do Flamengo reafirma sua posição inconteste de não distribuir ingressos para nenhuma torcida organizada. Essa decisão faz parte do plano de governo da atual gestão, aprovado por ampla maioria dos sócios do clube nas eleições de dezembro do ano passado. Ele será mantido durante todo o período em que esta diretoria estiver dirigindo o clube", diz o comunicado.

A tentativa de acordo costurada pela diretoria do Flamengo com as facções do clube na semana passada foi conduzida por Artur Alexandre, que ocupa o cargo de assessor da presidência e recebe R$ 21 mil mensais por meio de nota fiscal de uma empresa de economia e teste de água. Todos os funcionários remunerados no clube para cargos do alto escalão são contratados como pessoa jurídica.

Na sexta-feira, o jornal "Extra" noticiou que as torcidas receberiam 100 ingressos por partida desde que assinassem um termo de conduta no qual se comprometeriam a não criticar a diretoria.

Realmente, Artur Alexandre reuniu-se com representantes das facções, incluindo torcedores que apoiaram a gestão de Patricia Amorim e a primeira proposta era de ceder bilhetes às torcidas.

Não houve acordo, porém, no que diz respeito ao trato combinado. O Flamengo, então, recuou e ofereceu a venda de meia entrada para as facções, um dos benefícios ao qual os sócios fidelizados e que pagam pelo programa têm direito.

O vazamento da informação gerou mal-estar internamente dentro do clube, principalmente pelo condutor da negociação estar ligado diretamente à presidência.

Entre as causas defendidas pela gestão de Eduardo Bandeira de Mello estava o corte de ingressos para as facções, regalia permitida por Amorim durante o mandato da ex-presidente rubro-negra.

Na semana passada, o Flamengo atingiu a marca de 29.278 torcedores associados ao Nação Rubro-Negra, ultrapassando o Cruzeiro no programa Movimento Por Um Futebol Melhor que contempla 25 clubes brasileiros.

Fla diz que não dará ingressos

O Flamengo divulgou um comunicado nesta segunda, para os sócios, no qual reafirmou a postura de não distribuir ingressos para as facções. No fim de semana, o clube já havia colocado uma nota no site oficial, negando que os torcedores teriam direito a bilhetes para os jogos.

"A diretoria do Clube de Regatas do Flamengo reafirma sua posição inconteste de não distribuir ingressos para nenhuma torcida organizada. Essa decisão faz parte do plano de governo da atual gestão, aprovado por ampla maioria dos sócios do clube nas eleições de dezembro do ano passado. Ele será mantido durante todo o período em que esta diretoria estiver dirigindo o clube", diz o comunicado.