icons.title signature.placeholder Eduardo Moura
06/06/2014
08:28

A inauguração da Arena, em dezembro de 2012, abriu a nova era dos estádios modernos no Brasil. Mas desde então, a Arena Porto Alegrense, gestora do estádio, pouco conseguiu lucrar. A promessa era de restaurantes, patrocínios em setores e venda dos "naming rights". Nada disso, até agora, se concretizou. Mas o novo cabeçada Arena, Geraldo Corrêa, terá boas notícias em breve para os gremistas.

Ao menos, é o que ele garante. Corrêa não quis adiantar que tipo de negociação estava em andamento. Como assumiu na segunda-feira oficialmente, não havia tido um contato com o Conselho de Administração da OAS Arenas. Mas algumas conversas estão em andamento para que novidades apareçam na Arena.

- Não tive tempo ainda de conversar com o Conselho de Administração da OAS. Não posso adiantar coisas, eles precisam saber primeiro, não podem saber por vocês. O Grêmio e a OAS demandaram minha presença na negociação do novo contrato, por isso não foi possível esse contato. Mas temos algumas boas notícias para em breve, talvez não tão boas quanto a que o presidente (Fábio Koff) passou - comentou Corrêa.

O projeto inicial da casa gremista previa uma churrascaria no primeiro anel, com vista para o campo. Além disso, uma variedade maior de marcas nas lanchonetes, assim commo publicidades estáticas diferenciadas. A principal expectativa de injeção de renda, há alguns anos, recaía sobre os naming rights, que tem sido um problema para a maior parte dos estádios.

- É um dos desafios (naming rights), mas não dá para dizer que é o maior. Tem que ser uma das receitas, mas não a única. Este equipamente foi construído para ser uma Arena multiuso, temos que trazer eventos para cá, este é um desafio. Temos que fazer com que esteja cheio e que o torcedor frequene, é outro desafio. Enfim, são uma série de desafios - completou o gestor.

Uma das novidades do estádio em 2013 foi a estreia do Arena Tour, que faz uma visita pelas principais partes do estádio antes de encerrar o passeio. A loja oficial gremista, por exemplo, ainda não está construída, justamente pela ausência da assinatura do aditivo. Com o novo acordo, firmado na segunda-feira, a tendênica é que a captação de recursos aconteça mais facilmente, pelo ambiente de sintonia.