icons.title signature.placeholder Bruno Quaresma e Guilherme Palenzuela
icons.title signature.placeholder Bruno Quaresma e Guilherme Palenzuela
26/07/2013
07:00

A diretoria do São Paulo ainda não sabe qual será a distribuição do departamento de futebol do clube após o pedido de demissão do diretor de futebol Adalberto Baptista, mas já conversa por uma reposição. A dúvida é entre a contratação de um dirigente remunerado para o setor e a nomeação de um novo conselheiro do clube para assumir como diretor.

Nesta quinta-feira, após o anúncio da saída de Adalberto, o presidente Juvenal Juvêncio se reuniu com três de seus vice-presidentes e outros diretores no CT da Barra Funda para conversar sobre as possibilidades. O encontro começou no fim da tarde, após o treino do elenco, e durou até o fim da noite.

A cúpula se divide. Alguns pedem a contratação de um dirigente remunerado para o setor. O São Paulo não tem um profissional executivo de futebol desde a saída do ex-superintendente Marco Aurélio Cunha - hoje pré-candidato à presidência pela oposição -, que deixou o Morumbi no fim de 2010. Outros pedem a nomeação de um conselheiro para o cargo de diretor de futebol, mantendo o departamento sem um dirigente remunerado.

Neste momento, o departamento de futebol profissional está nas mãos apenas do vice-presidente de futebol João Paulo de Jesus Lopes, que se afastava cada vez mais das principais decisões, e do presidente Juvenal Juvêncio, que tinha o ex-diretor como seu braço-direito. As categorias de base, acumuladas por Adalberto Baptista no início do ano, voltam ao comando de Marcos Tadeu Novais.

Adalberto Baptista começou a sofrer pressão interna desde a má fase do time na fase de grupos da Copa Libertadores, teve problemas de relacionamento dentro do clube, virou alvo político de oposicionistas e aliados e, na última semana, entrou em reta de colisão ao alfinetar o capitão Rogério Ceni publicamente. O elenco recebeu o pedido de desculpas do ex-diretor, mas não se convenceu. Todos os fatores negativos somados à péssima fase da equipe, que vive a maior crise da história do clube, resultaram no pedido de demissão.

A diretoria do São Paulo ainda não sabe qual será a distribuição do departamento de futebol do clube após o pedido de demissão do diretor de futebol Adalberto Baptista, mas já conversa por uma reposição. A dúvida é entre a contratação de um dirigente remunerado para o setor e a nomeação de um novo conselheiro do clube para assumir como diretor.

Nesta quinta-feira, após o anúncio da saída de Adalberto, o presidente Juvenal Juvêncio se reuniu com três de seus vice-presidentes e outros diretores no CT da Barra Funda para conversar sobre as possibilidades. O encontro começou no fim da tarde, após o treino do elenco, e durou até o fim da noite.

A cúpula se divide. Alguns pedem a contratação de um dirigente remunerado para o setor. O São Paulo não tem um profissional executivo de futebol desde a saída do ex-superintendente Marco Aurélio Cunha - hoje pré-candidato à presidência pela oposição -, que deixou o Morumbi no fim de 2010. Outros pedem a nomeação de um conselheiro para o cargo de diretor de futebol, mantendo o departamento sem um dirigente remunerado.

Neste momento, o departamento de futebol profissional está nas mãos apenas do vice-presidente de futebol João Paulo de Jesus Lopes, que se afastava cada vez mais das principais decisões, e do presidente Juvenal Juvêncio, que tinha o ex-diretor como seu braço-direito. As categorias de base, acumuladas por Adalberto Baptista no início do ano, voltam ao comando de Marcos Tadeu Novais.

Adalberto Baptista começou a sofrer pressão interna desde a má fase do time na fase de grupos da Copa Libertadores, teve problemas de relacionamento dentro do clube, virou alvo político de oposicionistas e aliados e, na última semana, entrou em reta de colisão ao alfinetar o capitão Rogério Ceni publicamente. O elenco recebeu o pedido de desculpas do ex-diretor, mas não se convenceu. Todos os fatores negativos somados à péssima fase da equipe, que vive a maior crise da história do clube, resultaram no pedido de demissão.