icons.title signature.placeholder Igor Siqueira
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17/07/2013
21:18

Diante da insistência do Fluminense em não ceder à reivindicação do Vasco e da Ferj pela não inversão do posicionamento das torcidas no clássico do próximo domingo, no Maracanã, o presidente da entidade, Rubens Lopes, abriu o caminho para o "troco" vascaíno: exercer o mando de campo no returno do Brasileirão em São Januário.

- Os clássicos só não acontecem em São Januário por proibição, entre aspas, do Ministério Público, em função de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) para que não venham a ser marcadas partidas lá. Mas a Polícia Militar tem fator preponderante nessa questão e a PM disse aqui que qualquer clássico pode acontecer em São Januário, desde que seja na proporção de torcidas 90/10 - afirmou o dirigente, logo após a reunião que não conseguiu mudar a cabeça dos dirigentes tricolores sobre o tema.

O presidente da Ferj disse que até acionou a CBF para tentar resolver o impasse, mas não teve um posicionamento e teve de dar por encerrada a negociação desta quarta-feira, que durou três horas.

- Como a competição é da CBF, convocamos o diretor de competições (Virgílio Elísio) para comparecer. Ele não compareceu, pois teve um compromisso médico, mas não conseguimos uma posição da CBF. Não obtivemos sucesso e terminamos o assunto - completou dirigente, reconhecendo a legitimidade do Fluminense na briga:

- Tentamos um convencimento com o Fluminense, o Peter argumentou que, por força contratual, não poderia mudar. Além disso, ele disse que os ingressos já começaram a ser vendidos e que poderia sofrer sanções judiciais. Então resolvemos, em acordo com os debatedores, infelizmente, manter o que está programado.

Dinamite se diz a favor de vascaínos que não forem ao Maracanã


Diante da insistência do Fluminense em não ceder à reivindicação do Vasco e da Ferj pela não inversão do posicionamento das torcidas no clássico do próximo domingo, no Maracanã, o presidente da entidade, Rubens Lopes, abriu o caminho para o "troco" vascaíno: exercer o mando de campo no returno do Brasileirão em São Januário.

- Os clássicos só não acontecem em São Januário por proibição, entre aspas, do Ministério Público, em função de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) para que não venham a ser marcadas partidas lá. Mas a Polícia Militar tem fator preponderante nessa questão e a PM disse aqui que qualquer clássico pode acontecer em São Januário, desde que seja na proporção de torcidas 90/10 - afirmou o dirigente, logo após a reunião que não conseguiu mudar a cabeça dos dirigentes tricolores sobre o tema.

O presidente da Ferj disse que até acionou a CBF para tentar resolver o impasse, mas não teve um posicionamento e teve de dar por encerrada a negociação desta quarta-feira, que durou três horas.

- Como a competição é da CBF, convocamos o diretor de competições (Virgílio Elísio) para comparecer. Ele não compareceu, pois teve um compromisso médico, mas não conseguimos uma posição da CBF. Não obtivemos sucesso e terminamos o assunto - completou dirigente, reconhecendo a legitimidade do Fluminense na briga:

- Tentamos um convencimento com o Fluminense, o Peter argumentou que, por força contratual, não poderia mudar. Além disso, ele disse que os ingressos já começaram a ser vendidos e que poderia sofrer sanções judiciais. Então resolvemos, em acordo com os debatedores, infelizmente, manter o que está programado.

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