icons.title signature.placeholder Ivo Felipe
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22/07/2013
10:05

César Castro não teve opção. Único saltador brasileiro classificado para o Mundial de Esportes Aquáticos – no qual compete na plataforma de 3m a partir da próxima madrugada – deixou o país na reta final de preparação.

Motivo: o imbróglio que encerrou as atividades do Parque Aquático Júlio de Lamare. E que pode terminar em demolição, por conta das obras do Complexo Maracanã para a Copa do Mundo de 2014.

Do Rio de Janeiro, César foi para os Estados Unidos. Na Universidade da Georgia, encontrou a paz necessária para tentar melhorar o quinto lugar obtido no Mundial de Roma, na Itália, em 2009.

– O atleta precisa ser respeitado. Precisa treinar tranquilamente, e tem de poder se concentrar no que tem de fazer. E, principalmente, tem de se sentir bem para render. Aqui (nos Estados Unidos), tenho isso – contou o atleta ao LANCE!Net, antes de embarcar para Barcelona.

Apesar de ter feito parte da “linha de frente” que lutou, e ainda luta, pelo Júlio de Lamare, César Castro admite que não pôde envolver-se totalmente com a causa.

– Perdi algumas noites de sono pelas incertezas do dia seguinte. A preparação, por si só, já é bem desgastante e exige foco. Tive de dosar meu envolvimento nestes problemas para não afetar negativamente o desempenho – revelou César.

A “bomba” da demolição do De Lamare caiu, talvez, no principal momento da carreira de César Castro. Em Porto Rico, em maio, o saltador venceu a sua primeira etapa de um Grand Prix da Fina.

Fato que fez dele o único brasileiro a figurar nos rankings mundiais da modalidade – é o 12 no trampolim de 3m. Resta saber se conseguirá quebrar outro tabu, e se tornar o primeiro do país a ir ao pódio nos saltos ornamentais em um Mundial.

César Castro não teve opção. Único saltador brasileiro classificado para o Mundial de Esportes Aquáticos – no qual compete na plataforma de 3m a partir da próxima madrugada – deixou o país na reta final de preparação.

Motivo: o imbróglio que encerrou as atividades do Parque Aquático Júlio de Lamare. E que pode terminar em demolição, por conta das obras do Complexo Maracanã para a Copa do Mundo de 2014.

Do Rio de Janeiro, César foi para os Estados Unidos. Na Universidade da Georgia, encontrou a paz necessária para tentar melhorar o quinto lugar obtido no Mundial de Roma, na Itália, em 2009.

– O atleta precisa ser respeitado. Precisa treinar tranquilamente, e tem de poder se concentrar no que tem de fazer. E, principalmente, tem de se sentir bem para render. Aqui (nos Estados Unidos), tenho isso – contou o atleta ao LANCE!Net, antes de embarcar para Barcelona.

Apesar de ter feito parte da “linha de frente” que lutou, e ainda luta, pelo Júlio de Lamare, César Castro admite que não pôde envolver-se totalmente com a causa.

– Perdi algumas noites de sono pelas incertezas do dia seguinte. A preparação, por si só, já é bem desgastante e exige foco. Tive de dosar meu envolvimento nestes problemas para não afetar negativamente o desempenho – revelou César.

A “bomba” da demolição do De Lamare caiu, talvez, no principal momento da carreira de César Castro. Em Porto Rico, em maio, o saltador venceu a sua primeira etapa de um Grand Prix da Fina.

Fato que fez dele o único brasileiro a figurar nos rankings mundiais da modalidade – é o 12 no trampolim de 3m. Resta saber se conseguirá quebrar outro tabu, e se tornar o primeiro do país a ir ao pódio nos saltos ornamentais em um Mundial.