icons.title signature.placeholder João Vitor Xavier
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17/07/2013
09:39

São mais de 200 jogos pela Bundesliga, algumas convocações para a Seleção Brasileira e muitos títulos. Atualmente na reserva do seu time, Rafinha tinha tudo para estar insatisfeito. Mas esse time é o poderoso Bayern de Munique, campeão de tudo na última temporada e o brasileiro é suplente de Phillip Lahm, um dos melhores laterais do mundo.

Além das atrações que o Bayern oferece, Rafinha agora tem a oportunidade de trabalhar com um dos maiores treinadores dos últimos anos, o espanhol Pep Guardiola. E, em entrevista ao LANCE!Net, ele admite estar impressionado com os métodos e a vontade do técnico espanhol:

 - O primeiro contato foi ótimo, ficamos 10 dias na Itália. Ele nos desafiou, está implantando coisas novas, um esquema diferente. Estamos assimilando tudo aos poucos e em breve vamos estar voando. Estou muito animado.

Veja a entrevista completa com Rafinha, onde ele também discute a chegada de Mario Götze, as diferenças entre Guardiola e Heynckes, seu antecessor, e como ele segue feliz no Bayern de Munique mesmo na reserva:

L!Net: Como tem sido o primeiro contato com o Guardiola? Quais são as primeiras impressões suas e do grupo sobre o espanhol?
Rafinha: Olha, o primeiro contato foi ótimo. Fizemos uma parte da pré-temporada na Itália e já mostrou a que veio. Tem implantado um esquema diferente do que estávamos acostumados e sinto que o elenco já captou suas primeiras mensagens, estamos todos na mesma página.

L!Net: O grupo agora precisa lidar com a pressão de repetir uma temporada perfeita. Como?
Rafinha: Isso é o engraçado do clube grande. Só as vitórias trazem tranquilidade. Nós ganhamos tudo no ano passado, mas isso já passou. Se perdermos uma partida na pré-temporada, o clima já vai ficar pesado. Ninguém gosta de perder, mas no Bayern tudo é potencializado. Temos agora o desafio da Liga dos Campeões, que vai ser muito difícil, já que os grandes times têm se reforçado, temos o Alemão, enfim, uma série de competições e estamos levando tudo muito a sério. Temos muitas chances de título, especialmente por termos ganhado a Liga dos Campeões.

L!Net: Você falou do número de torneio que o time vai disputar. E o Mundial de Clubes já está na cabeça de vocês?
Rafinha: Ainda falta muito. Eu, como brasileiro, quero que o Atlético-MG ganhe a Libertadores, pois lá tenho amigos como o Jô, o Diego Tardelli e o Ronaldinho. Mas ainda não pensamos nisso. Temos uma série de competições antes do Mundial. Quando chegar mais perto, o foco chega no Marrocos.

Rafinha foi só elogios a Guardiola: 'Conversa mais e é ousado' (Foto: Christoph Stache/AFP)


L!Net: Você jogou por muito tempo em clubes europeus e também teve chances na Seleção. Como lida com a reserva no Bayern?
Rafinha: É engraçado, tem um pessoal da Alemanha que me pergunta isso também. Afinal, eu jogo na mesma posição do capitão da Alemanha e ídolo absoluto do Bayern e na Seleção tenho a companhia de jogadores como Daniel Alves e Maicon. Eu fico feliz de estar em um time grande como o Bayern, onde sou querido, onde querem renovar meu contrato. Todos falam que quando entro o nível não cai e isso é importante. Faço parte de um projeto.

L!Net: Como tem sido a recepção ao Götze até agora? E o Thiago Alcântara, já falou com ele?
Rafinha: O Thiago acabou de chegar, ainda não falei com ele. O Götze é um menino muito bonzinho, humilde, talentoso. A gente sabe de toda a polêmica, mas não somos hipócritas. Quanto mais jogadores do nível dele, melhor. Ele tem sido recebido muito bem.

L!Net: Por fim, quais são as principais diferenças e semelhanças entre Jupp Heynckes e Pep Guardiola?
Rafinha: Olha, essa pergunta é muito difícil (risos). Posso dizer que o futebol praticado pelos dois é completamente diferente. O Heynckes era um grande treinador, praticava um esporte mais antigo, aquela coisa bem alemã, de aplicação. O Guardiola veio, mais jovem, estrangeiro, cheio de ideias. É ousado, um treinador com muito talento, que para, fala, se comunica.

São mais de 200 jogos pela Bundesliga, algumas convocações para a Seleção Brasileira e muitos títulos. Atualmente na reserva do seu time, Rafinha tinha tudo para estar insatisfeito. Mas esse time é o poderoso Bayern de Munique, campeão de tudo na última temporada e o brasileiro é suplente de Phillip Lahm, um dos melhores laterais do mundo.

Além das atrações que o Bayern oferece, Rafinha agora tem a oportunidade de trabalhar com um dos maiores treinadores dos últimos anos, o espanhol Pep Guardiola. E, em entrevista ao LANCE!Net, ele admite estar impressionado com os métodos e a vontade do técnico espanhol:

 - O primeiro contato foi ótimo, ficamos 10 dias na Itália. Ele nos desafiou, está implantando coisas novas, um esquema diferente. Estamos assimilando tudo aos poucos e em breve vamos estar voando. Estou muito animado.

Veja a entrevista completa com Rafinha, onde ele também discute a chegada de Mario Götze, as diferenças entre Guardiola e Heynckes, seu antecessor, e como ele segue feliz no Bayern de Munique mesmo na reserva:

L!Net: Como tem sido o primeiro contato com o Guardiola? Quais são as primeiras impressões suas e do grupo sobre o espanhol?
Rafinha: Olha, o primeiro contato foi ótimo. Fizemos uma parte da pré-temporada na Itália e já mostrou a que veio. Tem implantado um esquema diferente do que estávamos acostumados e sinto que o elenco já captou suas primeiras mensagens, estamos todos na mesma página.

L!Net: O grupo agora precisa lidar com a pressão de repetir uma temporada perfeita. Como?
Rafinha: Isso é o engraçado do clube grande. Só as vitórias trazem tranquilidade. Nós ganhamos tudo no ano passado, mas isso já passou. Se perdermos uma partida na pré-temporada, o clima já vai ficar pesado. Ninguém gosta de perder, mas no Bayern tudo é potencializado. Temos agora o desafio da Liga dos Campeões, que vai ser muito difícil, já que os grandes times têm se reforçado, temos o Alemão, enfim, uma série de competições e estamos levando tudo muito a sério. Temos muitas chances de título, especialmente por termos ganhado a Liga dos Campeões.

L!Net: Você falou do número de torneio que o time vai disputar. E o Mundial de Clubes já está na cabeça de vocês?
Rafinha: Ainda falta muito. Eu, como brasileiro, quero que o Atlético-MG ganhe a Libertadores, pois lá tenho amigos como o Jô, o Diego Tardelli e o Ronaldinho. Mas ainda não pensamos nisso. Temos uma série de competições antes do Mundial. Quando chegar mais perto, o foco chega no Marrocos.

Rafinha foi só elogios a Guardiola: 'Conversa mais e é ousado' (Foto: Christoph Stache/AFP)


L!Net: Você jogou por muito tempo em clubes europeus e também teve chances na Seleção. Como lida com a reserva no Bayern?
Rafinha: É engraçado, tem um pessoal da Alemanha que me pergunta isso também. Afinal, eu jogo na mesma posição do capitão da Alemanha e ídolo absoluto do Bayern e na Seleção tenho a companhia de jogadores como Daniel Alves e Maicon. Eu fico feliz de estar em um time grande como o Bayern, onde sou querido, onde querem renovar meu contrato. Todos falam que quando entro o nível não cai e isso é importante. Faço parte de um projeto.

L!Net: Como tem sido a recepção ao Götze até agora? E o Thiago Alcântara, já falou com ele?
Rafinha: O Thiago acabou de chegar, ainda não falei com ele. O Götze é um menino muito bonzinho, humilde, talentoso. A gente sabe de toda a polêmica, mas não somos hipócritas. Quanto mais jogadores do nível dele, melhor. Ele tem sido recebido muito bem.

L!Net: Por fim, quais são as principais diferenças e semelhanças entre Jupp Heynckes e Pep Guardiola?
Rafinha: Olha, essa pergunta é muito difícil (risos). Posso dizer que o futebol praticado pelos dois é completamente diferente. O Heynckes era um grande treinador, praticava um esporte mais antigo, aquela coisa bem alemã, de aplicação. O Guardiola veio, mais jovem, estrangeiro, cheio de ideias. É ousado, um treinador com muito talento, que para, fala, se comunica.