icons.title signature.placeholder Eduardo Moura
icons.title signature.placeholder Eduardo Moura
15/07/2013
10:07

A vida prega peças e ensina. Na última quarta-feira, foi a vez de Maurides. Ao comemorar o terceiro gol do Internacional sobre o América-MG, na vitória pela Copa do Brasil, o centroavante de 19 anos deu um salto mortal no gramado do Estádio Centenário. Ao cair, sofreu uma luxação na rótula do joelho direito e rompeu, por consequência, o ligamento patelo-femural. A cirurgia foi efetuada no último sábado e foi considerada um sucesso pelo diretor-médico colorado Paulo Rabello.

Após a euforia e a lesão, Maurides está orientado pelo clube a não dar entrevistas, ao menos até o retorno ao convívio com o elenco. O centroavante deixou o hospital ontem após realizar a cirurgia na tarde de sábado - os médicos do Inter, Paulo Rabello e Guilherme Caputo, acompanharam o procedimento. Agora, ele ficará de muletas nos próximos dias. O jogador já havia sido orientado a evitar este tipo de comemoração.

- A cirurgia correu bem. Como fez uma lesão de cartilagem, precisará ficar de muletas nos próximos dias. Como fica parado um tempo, preferimos que ele fique imobilizado - disse Rabello ao LANCE!Net.


Bate-Bola com o diretor-médico do Internacional, Paulo Rabello

Como se sucedeu a cirurgia do Maurides?
Já ocorreu e está tudo bem. Foi às 16h deste sábado, eu acompanhei, com o dr. Caputo. Como ele luxou a rótula, rompeu o ligamento patelo-femural. Como fez uma lesão na cartilagem, vamos usar ele muletas. Como fica parado um tempo, preferimos que ele fique imobilizado. Vamos segurar para não dar nenhum problema.

A lesão foi só por conta da pirueta?
Acho que a lesão poderia acontecer em qualquer momento. Como aconteceu com a pirueta, cobramos isso. Mas ele já deu na base, foi chamada a atenção dele para não fazer, mas primeiro jogo do profissional, ele fazendo um gol importante, se empolgou e acabou fazendo. Já fez várias vezes, em treinamento também. E nunca aconteceu nada. É um acidente.

A partir de agora, certamente irá parar?
Acho que sim, né. Não vamos precisar nem falar. É a história do gato escaldado.

A vida prega peças e ensina. Na última quarta-feira, foi a vez de Maurides. Ao comemorar o terceiro gol do Internacional sobre o América-MG, na vitória pela Copa do Brasil, o centroavante de 19 anos deu um salto mortal no gramado do Estádio Centenário. Ao cair, sofreu uma luxação na rótula do joelho direito e rompeu, por consequência, o ligamento patelo-femural. A cirurgia foi efetuada no último sábado e foi considerada um sucesso pelo diretor-médico colorado Paulo Rabello.

Após a euforia e a lesão, Maurides está orientado pelo clube a não dar entrevistas, ao menos até o retorno ao convívio com o elenco. O centroavante deixou o hospital ontem após realizar a cirurgia na tarde de sábado - os médicos do Inter, Paulo Rabello e Guilherme Caputo, acompanharam o procedimento. Agora, ele ficará de muletas nos próximos dias. O jogador já havia sido orientado a evitar este tipo de comemoração.

- A cirurgia correu bem. Como fez uma lesão de cartilagem, precisará ficar de muletas nos próximos dias. Como fica parado um tempo, preferimos que ele fique imobilizado - disse Rabello ao LANCE!Net.


Bate-Bola com o diretor-médico do Internacional, Paulo Rabello

Como se sucedeu a cirurgia do Maurides?
Já ocorreu e está tudo bem. Foi às 16h deste sábado, eu acompanhei, com o dr. Caputo. Como ele luxou a rótula, rompeu o ligamento patelo-femural. Como fez uma lesão na cartilagem, vamos usar ele muletas. Como fica parado um tempo, preferimos que ele fique imobilizado. Vamos segurar para não dar nenhum problema.

A lesão foi só por conta da pirueta?
Acho que a lesão poderia acontecer em qualquer momento. Como aconteceu com a pirueta, cobramos isso. Mas ele já deu na base, foi chamada a atenção dele para não fazer, mas primeiro jogo do profissional, ele fazendo um gol importante, se empolgou e acabou fazendo. Já fez várias vezes, em treinamento também. E nunca aconteceu nada. É um acidente.

A partir de agora, certamente irá parar?
Acho que sim, né. Não vamos precisar nem falar. É a história do gato escaldado.