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09/07/2013
13:03

No sábado, Barcos rompeu o jejum de gols de mais de 60 dias que o assolava. Nesta segunda-feira, mais leve após 'tirar uma mochila das costas', o argentino admitiu que atuava em uma posição diferente da que estava acostumado sob o comando de Vanderlei Luxemburgo. Agora, com a chegada de Renato Gaúcho, o Pirata é orientado para ser a referência da equipe, algo que, segundo ele, não acontecia antes.

- Era uma situação de jogo que acontecia. O Luxemburgo pedia para eu jogar mais no meio-campo. Procurei fazer diferente do que estava acostumado. Fui tentando. Não era o que eu queria ou sabia fazer. Mas respeito o que os treinadores me pedem. Tentei fazer o melhor. Às vezes deu certo, outras vezes não - comentou o argentino.

Luxemburgo, por sua vez, sempre disse que não pedia para que Barcos saísse da área. Mas que sua característica era aquela. Chegou a o comparar com o ex-palmeirense Evair, na preparação das jogadas. Algo que foi de certa forma desconstruído pelo Pirata em sua entrevista coletiva, após o treinamento da manhã desta terça-feira, no Olímpico. Barcos não marcava desde o jogo com o Juventude, dia 27 de abril, ainda pelo Campeonato Gaúcho.

- O Renato me pede agora que eu jogue só de atacante, que fique na área, que seja a referência do time. Acredito que é isso que eu gosto. É mais ou menos a mesma forma que eu atuava no Palmeiras. Assim tenho mais chances de fazer gols - completou.

No sábado, Barcos rompeu o jejum de gols de mais de 60 dias que o assolava. Nesta segunda-feira, mais leve após 'tirar uma mochila das costas', o argentino admitiu que atuava em uma posição diferente da que estava acostumado sob o comando de Vanderlei Luxemburgo. Agora, com a chegada de Renato Gaúcho, o Pirata é orientado para ser a referência da equipe, algo que, segundo ele, não acontecia antes.

- Era uma situação de jogo que acontecia. O Luxemburgo pedia para eu jogar mais no meio-campo. Procurei fazer diferente do que estava acostumado. Fui tentando. Não era o que eu queria ou sabia fazer. Mas respeito o que os treinadores me pedem. Tentei fazer o melhor. Às vezes deu certo, outras vezes não - comentou o argentino.

Luxemburgo, por sua vez, sempre disse que não pedia para que Barcos saísse da área. Mas que sua característica era aquela. Chegou a o comparar com o ex-palmeirense Evair, na preparação das jogadas. Algo que foi de certa forma desconstruído pelo Pirata em sua entrevista coletiva, após o treinamento da manhã desta terça-feira, no Olímpico. Barcos não marcava desde o jogo com o Juventude, dia 27 de abril, ainda pelo Campeonato Gaúcho.

- O Renato me pede agora que eu jogue só de atacante, que fique na área, que seja a referência do time. Acredito que é isso que eu gosto. É mais ou menos a mesma forma que eu atuava no Palmeiras. Assim tenho mais chances de fazer gols - completou.