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25/11/2013
08:03

Gilson Kleina chegou ao Palmeiras em setembro do ano passado com uma missão complicada: tentar salvar o Palmeiras do rebaixamento. Sem sucesso, o técnico conseguiu a recuperação ao obter o acesso e ser campeão antecipado da Série B. E para ele, o sentimento no vestiário depois do jogo da taça, no sábado, quando o time goleou o Ceará em Campo Grande (MS) por 4 a 1, é totalmente diferente daquele que viveu no dia do rebaixamento.

- Reconstruímos o Palmeiras e o trabalho fez a diferença. Você ter saído cabisbaixo de Volta Redonda (RJ), nunca vi tanta polícia na minha frente, o vestiário mais triste da minha vida foi aquele, e agora o vejo mais feliz. O campeão está voltando, foram 15 meses de evolução - comemorou o comandante.

A comparação feita por ele é com o pós-jogo do empate em 1 a 1 com o Flamengo, no dia 18 de novembro do ano passado. O resultado em Volta Redonda (RJ) confirmou a queda alviverde. Na chegada à capital paulista, o clima era de velório e alguns dias antes Marcos Assunção e Valdivia, dois líderes daquele elenco, chegaram a brigar e por pouco não foram às vias de fato.

Com a reformulação no grupo e a boa campanha na Série B, o clima mudou. Não foram poucas as vezes em que os jogadores alviverdes disseram que foi formada uma família neste elenco, creditada, também, ao comandante, que já teve sua permanência pedida para 2014. Tanto ele quanto outros 13 jogadores do elenco, porém, têm contrato válido até dezembro e ainda não definiram se ficam para o centenário.

No início desta semana, deve ser anunciada a decisão sobre o futuro do responsável pela mudança de ambiente. A partir do sim ou não de Kleina, o restante do planejamento deve começar a ser trabalhado mais firmemente.