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11/06/2014
09:42

Se há uma palavra que pode definir o lateral-direito Bruno no atual time do Fluminense é "absoluto". Em grande fase, principalmente depois da chegada do técnico Cristovão Borges, o jogador é um dos atletas mais regulares da equipe e também um dos mais utilizados, já que nesta temporada ele entrou em campo em 26 oportunidades dos 29 jogos oficiais disputados pelo time este ano.

Além disso, o camisa 2 não tem tido nem sequer uma sombra no banco de reservas dentro do atual elenco. Com a saída de Wellington Silva – emprestado ao Internacional há duas semanas – o reserva imediato dele no elenco passou a ser o menino Pablo Dyego, que ainda não treina ao lado dos profissionais com regularidade e é visto como uma aposta da comissão técnica para a posição no futuro.

– Trato com muita seriedade porque aqui não temos apenas 11 jogadores, mas de um grupo inteiro. Não concordo que seja titular absoluto. Temos de demonstrar sempre para o professor que estamos bem e quem chegar vai ser bem recebido – disse o camisa 2.

Alvo de muitas críticas da torcida tricolor, Bruno tem sido o dono da lateral direita desde que foi contratado junto ao Figueirense, no início de 2012. De lá para cá passaram pelo Flu jogadores da posição como Walace, Igor Julião e Wellington Silva (contratado após uma intensa disputa com o Flamengo, mas que não deslanchou no Tricolor). Hoje, nenhum destes nomes continua nas Laranjeiras. Todos já foram negociados. Resta apenas Bruno, soberano.

FOOTSTATS:

Quando o assunto é cruzamento na área, em geral, a primeira coisa que vem à cabeça do torcedor tricolor são críticas aos laterais da equipe. As estatísticas, no entanto, jogam a favor dos atletas. Bruno é o líder de cruzamentos certos neste Campeonato Brasileiro, de acordo com o Footstats. São 14, em sete jogos. Carlinhos, do Coritiba, tem 11 em sete partidas. Atrás vem Emerson Conceição (Atlético-MG), também com 11, mas nove atuações. Por fim, empate entre Wesley, do Palmeiras, e Carlinhos do Fluminense. Ambos têm nove cruzamentos corretos, mas o primeiro entrou em campo uma vez a menos do que o segundo: oito contra nove.