icons.title signature.placeholder Guilherme Abrahão e Sérgio Arêas
08/12/2013
20:10

Até que nesta temporada, os investimentos não foram tão milionários quanto nos outros anos. Também pudera. O Fluminense já contava com uma das maiores folhas salariais do futebol brasileiro - cerca de R$ 5 milhões mensais gastos com salários dos jogadores. E a análise da comissão técnica e do departamento de futebol, foi que o elenco era bom e precisava de poucas peças de reposição. Assim, com erros atrás de erros, o Flu formou o time que entrou negativamente para a história do clube das Laranjeiras.

No início do ano o foco era a conquista da sonhada Copa Libertadores. E a equipe que foi arrasadora no Brasileiro do ano passado, entrou no Carioca colocando o time misto. Na competição estadual, caiu nas semifinais da Taça Guanabara e perdeu a final da Taça Rio. Não importava. O foco era a Libertadores. Uma nova decepção e a eliminação nas quartas de finais para o Olimpia, do Paraguai.

A partir dali, o cenário mudou. O ano virou só de decepções. Thiago Neves e Wellington Nem foram vendidos. Deco se aposentou. Fred se machucou. O quarteto mágico estava desfeito. Com eles, foi o técnico Abel Braga, após dois anos no comando. Veio Vanderlei Luxemburgo. Com suas promessas. E os sonhos dos tricolores caíram com o treinador. Eliminação precoce na Copa do Brasil e aproveitamento pífio no Brasileiro.

A solução, faltando cinco jogo para não ter um fim melancólico, foi Dorival Júnior. Que em pouco tempo não conseguiu impedir o castelo tricolor de ruir de uma vez. E vexame do ano, se completa com o desempenho tricolor em clássicos. Onze jogos, três empates e oito derrotas. Um ano para se esquecer. Talvez o pior e o mais amargo de toda a história do clube.

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