icons.title signature.placeholder Guilherme Cardoso
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20/07/2013
07:09

O primeiro dia de competições no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Lyon (FRA), começou bem para o Brasil. Após o ouro de Odair Ferreira dos Santos, nos 5.000m, da categoria T11, foi a vez de Alex Pires ficar com a prata na mesma distância, mas na categoria T46, para atletas com deficiência em um membro superior.

O atleta terminou a prova com 15m10s82, atrás apenas de Samir Nouioua, da Algéria, com 15m09s92. Na reta final da disputa, o brasileiro até apertou o ritmo para tentar ultrapassar o adversário, mas não conseguiu. A terceira colocação na disputa ficou com o australiano Michael Roeger.

- Faço parte da Seleção de jovens. Tenho visado a Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro - afirmou Alex, de 23 anos.

Apesar de já ter começado bem a disputa do Mundial, o brasileiro ainda quer mais. Ele já tem programado as disputas dos 800m e 1.500m, que são suas especialidades.

- Vinha treinando para essas duas provas, com a possibilidade de competir os 5 mil. Esperava por uma medalha. Pela nossa estratégia, estava visando o bronze. Mas o outro escapou por pouco - comentou o corredor, que participou pela primeira vez da competição.

Alex, que tem um braço mais longo do que o outro, começou no atletismo após largar a o futebol de salão e de campo, no Rio Grande do Sul. Gremista de coração, o brasileiro atuava na lateral.

MAIS UMA CONQUISTA

Assim como Alex, Claudiney Santos também terminou o sábado com a medalha de prata, mas no arremesso de dardo na categoria F57/58. O ouro foi do iraniano Mohammad Khalvandi.

* O repórter viaja a convite do Comitê Paralímpico Brasileiro

O primeiro dia de competições no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Lyon (FRA), começou bem para o Brasil. Após o ouro de Odair Ferreira dos Santos, nos 5.000m, da categoria T11, foi a vez de Alex Pires ficar com a prata na mesma distância, mas na categoria T46, para atletas com deficiência em um membro superior.

O atleta terminou a prova com 15m10s82, atrás apenas de Samir Nouioua, da Algéria, com 15m09s92. Na reta final da disputa, o brasileiro até apertou o ritmo para tentar ultrapassar o adversário, mas não conseguiu. A terceira colocação na disputa ficou com o australiano Michael Roeger.

- Faço parte da Seleção de jovens. Tenho visado a Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro - afirmou Alex, de 23 anos.

Apesar de já ter começado bem a disputa do Mundial, o brasileiro ainda quer mais. Ele já tem programado as disputas dos 800m e 1.500m, que são suas especialidades.

- Vinha treinando para essas duas provas, com a possibilidade de competir os 5 mil. Esperava por uma medalha. Pela nossa estratégia, estava visando o bronze. Mas o outro escapou por pouco - comentou o corredor, que participou pela primeira vez da competição.

Alex, que tem um braço mais longo do que o outro, começou no atletismo após largar a o futebol de salão e de campo, no Rio Grande do Sul. Gremista de coração, o brasileiro atuava na lateral.

MAIS UMA CONQUISTA

Assim como Alex, Claudiney Santos também terminou o sábado com a medalha de prata, mas no arremesso de dardo na categoria F57/58. O ouro foi do iraniano Mohammad Khalvandi.

* O repórter viaja a convite do Comitê Paralímpico Brasileiro