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13/07/2014
12:48

O comandante da Argentina, Alejandro Sabella, está prestes a fazer o jogo mais importante de sua vida: A Argentina enfrenta a Alemanha pela final da Copa do Mundo, ás 16h, neste domingo, no Maracanã. O treinador argentino fez uma análise da partida, avaliou a Alemanha, confia em sua equipe e principalmente, em seu craque Lionel Messi.

Sabella declarou ao site da Fifa, sobre o adversário que o separa da glória de se consagrar campeão do Mundo. Para o técnico, a Alemanha é uma grande equipe e um adversário 'temível'.

- É uma grande equipe. Com a solidez e o caráter que o futebol alemão sempre teve, mas com alguns jogadores com toques sul-americanos. Além disso, tem um esquema de jogo há muitos anos, e cada vez o aperfeiçoa mais. É possível dizer que é um adversário temível. - analisou Sabella.

Alejandro falou sobre o que a seleção argentina precisa para superar a Alemanha. O treinador quer uma mescla entre a força de equipe e a genialidade de Messi. 

- A equipe e os destaques individuais se alimentam uns aos outros, formando um círculo virtuoso. A solidez de uma equipe serve de plataforma para que o destaque individual chegue a seu melhor desempenho. Mas é evidente que o Leo é o melhor jogador do mundo, e é sempre importante que ele esteja bem. - afirmou o técnico campeão da Libertadores com o Estudiantes.

O treinador continuou falando de Messi e afirmou que ele não precisa vencer a Copa, pois já está na história do futebol, mas frisa que o que vier pela frente, só irá somar ao camisa 10 do Barcelona e da seleção argentina.

- Ele já entrou para a história. Tudo que vier será para o melhor, mas ele já está no nível mais alto - cravou Sabella.

Para finalizar, Sabella discorreu sobre o aspecto mental da equipe e disse sobre sua expectativa como profissional, caso vença a Copa do Mundo.

- Tem um espírito vencedor, mas sabe da categoria do adversário que tem pela frente. No lado futebolístico, precisamos fazer uma partida perfeita para ganhar. Profissionalmente, seria uma satisfação enorme, porque além de tudo nos permitiria dar às pessoas uma alegria enorme depois de tantos anos. Seria a glória máxima - finalizou o comandante da Albiceleste.